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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Como é o Réveillon em outros países?

Como é o Réveillon em outros países?

No Brasil, o Réveillon tem um significado mais do que especial. A ocasião é uma das datas comemorativas mais aguardadas do ano pelos brasileiros e é marcada por uma série de celebrações, superstições e simpatias que nos fazem crer em um contagiante espírito de transformação. É a hora da renovação, de vestir-se de branco, pular sete ondas e outras tantas coisas mais. Na minha cidade as pessoas se reúnem em casas de praia, viajam, é um bom feriado para se encontrar com amigos e familia

Neste ano, aqui na minha cidade, não haverá festa no aterro da praia, devido à covid 19. Mas concerteza estarei com minha família nuclear comemorando, festejando.

Mas como é a festa em outros países?

- Tóquio, Japão


Queima de fogos? Esqueça essa ideia! Os japoneses celebram a chegada de um novo ano ao som de nada mais nada menos que 108 badaladas de um ritual budista chamado Joya no Kane. Segundo a crença local, o número representa todos os pecados do homem e a prática serve para purificar as pessoas. A 108ª badalada, como pode-se imaginar, ocorre exatamente à 00h.

No dia 1º de janeiro, os japoneses costumam levantar bem cedo para assistirem o nascer do sol num ritual chamado Hatsuhinode. O dia também é marcado por visitas a templos budistas ou santuários xintoístas, onde os locais podem rezar por saúde e felicidade durante o novo ciclo.

- Sófia, Bulgária


Beijos, abraços e votos de bom ano? Que nada! Na Bulgária a população anuncia a chegada de mais um ano dando tapinhas nas costas das pessoas para desejar saúde, riqueza e, claro, boa sorte neste novo ciclo. O Réveillon búlgaro também nos apresenta outra tradição pra lá de diferente. No dia 1º os homens costumam se vestir de “monstros” para espantar os maus espíritos.

- Edimburgo, Escócia


Os escoceses costumam comemorar o Réveillon com muita festa. E agito é o que não falta. Em Edimburgo, por exemplo, os festejos começam no dia 31 de dezembro e se estendem até o dia 2 ou 3 de janeiro. São três dias de celebrações no que eles costumam chamar de Hogmanay – palavra escocesa para o último dia do ano. Nem mesmo as baixas temperaturas do inverno são capazes de colocar freio na música, nos desfiles típicos e nas apresentações circenses que tomam conta das ruas e dos jardins da capital escocesa.

Entre as muitas tradições escocesas de Réveillon, a mais famosa é a troca de biscoitos, bolo e, claro, Uísque. Eles acreditam que a troca trará sorte.

- Sidney, Austrália

                                                       

Talvez, nenhuma outra festa de Réveillon no mundo se pareça tanto com a do Brasil como a de Sidney, na Austrália. A sua inconfundível e espetacular queima de fogos, entre a Harbour Bridge e a Ópera House, é considerada, ao lado de Copacabana, no Rio de Janeiro, como uma das mais belas e concorridas do mundo.

Mas apesar das semelhanças, nem tudo é igual. A começar pela preocupação dos australianos com as crianças. Para que elas não precisem ficar acordadas até tarde e disputando espaço com os adultos para acompanhar o show pirotécnico da virada, a prefeitura criou uma “pré-queima de fogos”, que acontece às 21h do dia 31. Fora isso, vale registrar que não é costume por lá usar branco. Aliás, em quase nenhum lugar é assim.

- Roma, Itália

                                                     

A fama dos italianos em serem extremamente supersticiosos pode ser facilmente confirmada na noite de San Silvestro – véspera de ano novo. Na velha bota, é costume, mesmo em grandes cidades, como Roma, Milão, Nápoles, entre outras, atear coisas velhas pela janela à 00h para dar espaço a um novo começo. A tradição, no entanto, está desaparecendo com o tempo por ser considerada perigosa. 

Os italianos, assim como os brasileiros, também costumam consumir lentilha e uvas para garantir sorte durante os próximos 12 meses. Outra coisa muito comum na Itália é a preocupação com a cor da roupa íntima....

Em Roma, há ainda a também perigosa tradição de saltar da ponte no Rio Tibre, para alcançar a felicidade.

- Punta del Este, Uruguai

                                                 

Depois de Copacabana, no Rio de Janeiro, nenhuma outra festa de Réveillon é tão concorrida e divertida na América do Sul quanto à de Punta del Este. Os Argentinos que o digam! O balneário ferve. Festas e mais festas pipocam por todos os lados em boates e casas noturnas como a Ovo Beach Nightclub, do Enjoy Punta del Este, ou nas belas praias da região, onde é possível participar de baladas em paradores de praia e acompanhar a queima de fogos.

- Nova York, Estados Unidos

                                                         

A virada do ano de Nova York, na Times Square, é, sem sombra de dúvidas, uma das mais famosas do mundo. Muita gente sonha em acompanhar de perto a tão aguardada “queda da bola” do alto do Edifício One Times Square. Mas o que nem tão pouca gente assim sabe, é que o programa, apesar de divertido de se acompanhar pela TV, é um belo de um Perrengue Chique!

A queima de fogos, por mais bela que seja, reúne uma grande quantidade de pessoas em temperaturas cada vez mais baixas. O que torna a experiência um tanto quanto complicada. Fora isso, a tal queda da bola, que ocorre religiosamente desde 1908, é um espetáculo com meros 60 segundos de duração. Pouco para quem precisou encarar uma multidão por horas e horas no frio.

Este ano, por conta da pandemia causada pela COVID-19, o espetáculo será online.

- Berlim, Alemanha

                                               

Em Berlim, um grande palco, montado em frente ao Portão de Brandenburgo, é o grande responsável por agitar uma das mais famosas festas de Réveillon do mundo. Uma espetacular queima de fogos e muitas barracas de comidinhas e cerveja ditam o ritmo da comemoração alemã.

Fonte: Disponibilizado por Quickly Travel


domingo, 15 de novembro de 2020

Livro Sol da Meia Noite: a percepção de que a geração de hoje é bem distinta da anterior.

Depois de uma lacuna temporal, Stephanie Meyer finalmente lança o livro Sol da Meia Noite: a visão do vampiro Edward narrando os mesmos eventos do livro Crepúsculo, com suas emoções, motivações e pensamentos dando maior compreensão à série escrita 10 anos atrás.

Lembro como se fosse ontem: na minha plenitude dos 15 anos, estava eu, lendo vorazmente todos os livros da instigante saga Crepúsculo e sonhando com a história apaixonada e repleta de riscos de Bella e  Edward. Uma década após todo esse frenesi, Sol da Meia Noite é lançado e é impressionante como outro ponto de vista muda a interpretação que possuímos da mesma história. Além disso, a geração das garotas de 15 anos de hoje não lê com os mesmos olhos... Nessa era de "cancelamentos", emponderamento feminino e consciência do relacionamento abusivo, a história de uma jovem determinada em abandonar família e amigos por um rapaz está longe de ser idílica.

Nos livros a história é contada a partir da perspectiva de Bella, que passa uma imagem frágil e dependente. Em um momento da história, Edward vai embora e é perceptível como sua vida perde quase todo o sentido, entregando-se a uma tristeza profunda. No lançamento, Edward a enxerga como uma pessoa forte, que sempre teve que se cuidar sozinha e que na realidade, não gostava de depender da ajuda das outras pessoas e que se sentia útil cuidando dos outros ao seu redor. 

Além disso, a visão dele mesmo sobre seu passado de matar pessoas para se alimentar é amenizado por ele ter caçado apenas pervertidos e fora da lei, uma realidade menos chocante de aceitar, já que Bella, mesmo sabendo que ele era um assassino, decide ficar com ele perpetuamente. Além do fato de ele a visitar à noite, durante o momento que ela dorme, vem carregado de uma interpretação um pouco mais positiva. Pense bem, um homem vir a noite e observar a amada dormindo sem que ela saiba pode taxá-lo como maníaco, mas o livro traz uma versão romantizada de que ele estava ciente que poderia parecer isso e até mesmo se sente culpado por ter tido essa atitude, porém ele estava tão apaixonado que só tinha intenção de  realmente protegê-la.

Apesar de todos esses questionamentos, não podemos deixar de lembrar que é uma ficção fantasiosa , voltado para o público jovem, com uma linguagem adolescente. De fato, os últimos dez anos trouxeram grandes mudanças na sociedade e a nova geração pode até mesmo ter convicções diferentes da anterior... Mas não se pode negar a magia dessa história que particularmente, me fez relembrar a adolescência, em que eu era bem diferente. Sol da Meia Noite foi um grande presente que Stephanie Meyer deu para os fãs e os não fãs. Vale a pena ler, tanto para relembrar o tempo em que tudo era mais simples, quanto para poder defender o romance adolescente que nos fez avidamente virar a noite, para  podermos concluir a leitura.

Por Erika Oliveira

Onde comprar: https://www.saraiva.com.br/sol-da-meia-noite-midnight-sun-serie-crepusculo-10670701/p

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 O que pesa mais:


um quilo de culpa

ou

um quilo de responsabilidade??


Um trabalho bem feito ou um trabalho feito de qualquer jeito, com enrolação?


Muito melhor do que sentir culpa de não ter aproveitado a oportunidade será sempre ter responsabilidade. Esta nos molda e  nos faz exercer as qualidades e dons que Deus nos deu.

A culpa aprisiona, e a responsabilidade liberta.

terça-feira, 19 de maio de 2020

História e geografia de Roraima

Roraima


Em 1962, o antigo território Rio Branco passou a se chamar Roraima, expressão indígena que significa "monte verde". O território tem uma área de 230 104 km² e a maior parte da população vive na capital, Boa Vista, localizada na margem direita do Rio Branco.

A atividade econômica mais importante na região é a pecuária. A agricultura destina-se principalmente à subsistência. O comércio nas duas principais cidades do território (Boa Vista e Caracaraí) é pouco desenvolvido. Em Boa Vista, para suprir o mercado de legumes, verduras, frutas e aves,  a Prefeitura,  em 1980, organizou o Distrito Hortifrutigranjeiro de Boa Vista. 

Visando a estimular a colonização de Roraima, o Governo elaborou um projeto de aproveitamento do rio Cotingo para a construção de uma hidrelétrica, que deveria fornecer 1 milhão de quilowatts ao território. O custo da obra estava calculado em 750 milhões de dólares .Ainda dentro desse plano, em 1981 o Governo resolveu fornecer gratuitamente aos migrantes (principalmente nordestinos) glebas de terra de até 300 hectares. Além das terras , o Governo do território pagava as despesas de viagem e ajudava os colonos, emprestando máquinas e fornecendo financiamentos através do Banco de Roraima S.A. Com tal plano, as autoridades pretendiam que 1,5 milhões de hectares, hoje improdutivos, passassem a produzir, elevando as rendas do território e, assim, fazendo crescer cidades e trazendo progresso para a região.


Ocupação do território

No período colonial, o território foi disputado por espanhóis, holandeses e ingleses. Só em 1858, durante o Império, com a criação da freguesia de Nossa Senhora do Carmo - que em 1890 deu origem ao município de Boa Vista do Rio Branco, integrado ao Estado do Amazonas- a ocupação da região ficou garantida.  Em 1904, com o término da disputa territorial com a Inglaterra, o Brasil perdeu as terras do Pirara, ao norte. Em 1943, com o desmembramento de uma área do Amazonas, foi criado o território federal do Rio Branco. Em 1962, a denominação foi alterada para Roraima, expressão indígena que significa "monte verde". Em 1980, a administração do território sofreu reformulação visando a transformá-lo em Estado. 


Fonte: Conhecer Atual - Brasil, editora Abril.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Arte - Expressão do Sublime

A arte é a manifestação humano plena de transcendência. É a sublimação do espírito humano no seu mais alto grau de efusão e mistério. É a eternidade conquistada por uma sensibilidade através do eco provocado noutras sensibilidades pelo seu espelho de infinitas dimensões. A arte é a mais alta manifestação do espírito e da inteligência humanos. É o espírito recortado pela racionalidade dos códigos.

São muitos os códigos possíveis: a música, a pintura, a escultura, o teatro, a dança, a arquitetura, a literatura são alguns deles. Em cada um podemos recolher exemplos magníficos do potencial, inato ao homem, de gerar emoção e beleza. 

Algumas pessoas dominam ativamente esses códigos e conseguem conceber, criar a obra de arte. Outras, apesar de não serem criadoras, interagem com ela por meio de sua apreciação, descobrindo-lhe novas dimensões e sentidos.


Trecho do livro A arte literária Brasileira - Editora Moderna

domingo, 10 de maio de 2020

Feliz dia das mães!!!

Bom dia 🌹cheio de muito  amor ..que DEUS venha poderosamente abençoa a vida de cada mãe!!!!!!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Colocar a si mesmo em segundo lugar não é egoísmo

Partindo-se da premissa que Deus deve estar sempre em primeiro lugar em nossas vidas, de que ele está sempre no centro, e de que ele é o nosso amor maior eterno e invulnerável - colocar-se em segundo lugar jamais será egoísmo. Como diria Charles Chaplin, "Aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo nem orgulho. É amor-próprio."

Todos devemos aprender a nos amar, a nos auto preservar a nos autocuidar. Para amar o outro é preciso amar primeiramente a nós mesmos, pois se não nosso companheiro(a) acaba nos desvalorizando e/ou nos humilhando. A quantas pessoas nós demos as nossas mãos e estas acabavam nos traindo pelas costas? Quantos "amigos" nos caluniaram e nos difamaram? Quantas pessoas nos enganaram 2,3, 10 vezes e fazemos de conta que perdoamos e damos a outra face à tapa? Estas atitudes não são características de pessoas boas, é característica de pessoas que esquecem de si mesmas e que abrem mão da própria paz de espírito.

Saiba que se amar não é egoísmo, mas se preservar e cuidar de si. Para amar o outro é preciso se amar acima de todas as coisas, assim você não passará na frente o desejo do outro e esquecerá dos seus.

 Para agradar aos outros muitas vezes nos abandonamos. Cada um de nós tem sua própria individualidade, valores, temos nossa própria sensibilidade. Temos que nos respeitar para que os outros nos respeitem, para que não nos tornemos objetos que as pessoas usam e jogam fora. Tudo o que negamos para nós mesmos a vida nos nega. Temos que tomar posse da nossa própria paz, da nossa própria felicidade. Temos que procurar nossas fortalezas e enfrentar as pessoas que nos maltratam, que nos fazem mal, que nos desrespeitam.

Tem muita mulher que aceita qualquer namorado por desespero. Tem muita gente que aceita ser humilhado pelos parentes, que acha que é normal servir de chacota. A autoestima é tudo nessa vida, se você acha que é incapaz, que não merece e que não é digno, quem é que vai te dizer que é? O mundo passa por cima de nós tal qual um rolo compressor, abaixar a cabeça não é opção.

Esta não é uma fórmula salvadora, a vida não é preto no branco. Todo mundo tem seus infortúnios, suas injustiças e seus próprios erros.


Erika Oliveira