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domingo, 14 de março de 2021

A Colonização no Ceará e Holandeses no Ceará

     Os Portugueses chegaram ao Brasil em 1500. O rei de Portugal dividiu o território em grandes lotes, chamados capitanias hereditárias. Essas terras eram administradas pelos capitães-donatários, pessoas da confiança do Rei que foram escolhidas para defender a terra, colonizar e explorar economicamente.

    As capitanias do Ceará, Rio Grande e Maranhão incluíam terras que, atualmente fazem parte do estado do Ceará. O primeiro donatário da capitania do Ceará, Antônio Cardoso de Barros, não tomou posse das terras.

    Além dos Portugueses, outros povos tentaram ocupar as terras do Brasil, como os franceses.

    Em 1590, os franceses enviaram uma expedição para o interior do Ceará. Eles fizeram aliança com os Tabajaras, com o objetivo de extrair madeira e construir um forte para se defender contra os portugueses.

    Os governanets portugueses enviaram uma expedição ao Ceará em 1603 que conseguiu expulsar os franceses. Porém, os membros da expedição não conseguiram se fixar definitivamente nessas terras.

    Uma nova expedição portuguesa foi enviada ao  local, em 1612. Martim Soares Moreno, comandante da expediação, aliou-se aos índios Potiguaras com o objetivo de construir um novo forte no Ceará.

OS HOLANDESE NO CEARÁ

    Os holandeses também tentaram dominar as terras do Brasil, invadindo diversas capitanias, como Bahia, Pernambuco, Paraíba e Maranhão.

    Em 1637, os holandeses enviaram a primeira expedição ao Ceará, com o objetivo de localizar minas de sal e extrair madeira. Eles foram expulsos sete anos depois pelos indígenas que habitavam a região.

    Em 1649, uma nova expedição holandesa foi enviada ao Ceará, para tentar encontrar minas de prata. Matias Beck, comandante do grupo, ordenou a construção de um forte.

FONTE: PLANTA BASEADA EM GRAVURA DE 1649,
GUARDADA ATUALMENTE NO 
NATIONAAL ARCHIEF, HOLANDA


    Em 1654, os holandeses foram expulsos do Ceará e de outras capitanias do Brasil pelos portugueses.

    De volta à Europa, os holandeses divulgaram informações sobre as terras que visitaram na América. Com base nessas informações, artistas que não estiveram no Brasil, criaram representações da ocupação às margens do Rio Ceará. 

SIARÁ, GRAVURA DO HOLANDÊS
ARNOLDUS MONTANUS, DE 1670


FONTE: HISTÓRIA E GEOGRAFIA DO CEARÁ. SISTEMA EDUCACIONAL FARIAS BRITO.2016.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Artesanato da Região Nordeste - Renda

Embora um velho ditado português afirmar que " onde há rede de pescar, há renda", no nordeste o artesanato doméstico de rendas não é encontrado somente no litoral, mas também no interior. As rendas brasileiras produzidas no Nordeste são de três tipos: renda de bilro, que é trabalhada com peças semelhantes a fusos, alfinetes e espinhos de cactos; renda de labirinto ( "crivo", entremeando o tecido de blusas, vestidos e toalhas de mesas), que pode ser trabalhado como "cerzido" ( o pano é desfiado, abrindo-se espaços onde se borda a renda) ou como " palhetão" ( o pano é feito com espaços vazios nos quais se faz a renda); e por fim, a renda de filé, que é trabalhada sobre uma trama aberta (rede) feita a mão. É usada em toalhas de mesa, colchas, cortinas, vestidos, blusas, etc. 

Segundo Florence Lewis May, em seu livro Hispanic Lace and Lace Making ( Nova York, 1938), as rendas brasileiras vieram de Portugal, que as recebera de Flandres, da França e da Itália. Na Espanha, essa indústria intensificou-se no reinado de Carlos V. A renda portuguesa sofreu também influência do Oriente (Pérsia, China e Índia). O grande desenvolvimento do artesanato rendeiro, no entanto, se deu no século XVII, quando se tornou comum na Europa a utilização de rendas tanto nos trajes masculinos como nos femininos. O fabrico das rendas é uma atividade regional, inteiramente realizada por mulheres. A feitura de rendas de bilro, por exemplo, é uma atração turística: sobre uma almofada é colocado um cartão com o desenho de renda; os pontos são espetados com alfinetes e o fio da renda é trabalhado com auxílio de peças de madeira, que são movidas com extrema rapidez, produzindo um ruído característico. 

Uma indústria artesanal

Para alguns, a renda nordestina tem perdido sua delicadeza devido à rapidez com que é feita atualmente. É que esse artesanato das mulheres e filhas de pescadores é fundamental para a economia de muitas famílias pobres. As rendeiras trabalham depressa e simplificam as rendas, procurando um colocação imediata para seus produtos. Geralmente as mulheres vendem suas rendas aos comerciantes, que lhes pagam um preço irrisório. Estes, por sua vez, revendem para os agentes do sul do país - onde se estabeleceram lojas especialmente dedicadas à venda das "rendas do norte" - , que as vendem a preços altíssimos. 

De certa maneira, todas as regiões rendeiras do Nordeste (Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco) acabaram se tornando grandes subsidiárias das rendas "do Ceará". Mas, de fato, o principal centro da produção de rendas do país continua sendo Aracati. Assim, apesar do declínio de sua arte (conhecida na Europa desde a Antiguidade), as humildes rendeiras continuam ainda hoje realizando " os belos artefatos destinados a enfeitar as roupas e as alfaias de gente rica". 


Ah, além disso, se você for na ENCETUR, no centro de Fortaleza, pode tira uma foto de uma artesão confeccionando renda!


E aí, vocês gostaram de saber mais sobre a renda?


Fonte: Enciclopédia Conhecer Atual - Brasil - Editora Abril.

terça-feira, 30 de junho de 2015

9 coisas que você não sabia ... sobre o Nordeste!

Humm... Hoje temos várias curiosidades! Você sabia que...
1 - Fundada em 1537, Recife é a mais antiga capital brasileira?  Apesar de a vizinha Olinda ter sido a primeira capital da capitania de Pernambuco.

2 - Que o estado da Bahia é responsável por 95% da produção de cacau no Brasil?

3 - Que o carnaval na Bahia é comemorado desde o século XVIII?

4 - Que o Dragão do Mar é o símbolo da resistência popular cearense contra a escravidão?

5 -  Que o América de Natal (RN) foi o primeiro clube a conseguir dois acessos consecutivos no Campeonato Brasileiro de Futebol? Esse feito foi conquistado com o acesso da Série C para Série B, em 2005 e da Série B para Série A em 2006.

6 - Que a Bahia é o estado que mais faz divisa com outras unidades da Federação? Ela  possui um total de oito estados limítrofes, a saber: Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Piauí (N); Minas Gerais e Espírito Santo (S); Goiás e Tocantins (O).


7 - Que a revista americana Newsweek escolheu, na edição de abril de 2001, 9 cidades de destaque no mundo que representam um novo modelo de Centro Tecnológico e que Campina Grande (Paraíba) está presente na lista? A única cidade escolhida da América Latina. Em 2003, mais uma menção foi feita à cidade: desta vez referenciada como o "Vale do Silício brasileiro", graças, além da high tech, às pesquisas envolvendo o algodão colorido ecologicamente correto. As 9 cidades escolhidas pela Newsweek foram: Akron (Ohio - EUA); Huntsville (Alabama - EUA); Oakland (Califórnia - EUA); Omaha (Nebraska - EUA); Tulsa (Oklahoma - EUA); Campina Grande (Paraíba - Brasil); Barcelona (Espanha); Suzhou (China); Côte d'Azur (França).


8 - Que muitos ingleses da equipe de Albert Einstein lideradas por Sir Arthur Stanley Eddington que vieram comprovar a Teoria da Relatividade em Sobral não voltaram com a equipe, alguns ficaram e casaram, constituindo família na cidade, onde ainda hoje nota-se a presença de sobrenomes ingleses e traços britânicos em muitas famílias da região? Além de ruas e avenidas que homenageiam a esses cientistas que ajudaram no desenvolvimento da cidade.

9 - Que Teresina é a única capital da Região Nordeste que não se localiza no litoral?



E aí, você sabia de tudo isso??

Fonte: http://cabras-da-peste.blogspot.com.br/2009_08_01_archive.html

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Os dez Melhores Destinos Turísticos Brasileiros

O site Trip Advisor, elegeu levando em consideração as avaliações dos seus usuários, os dez melhores destinos brasileiros de 2013. Confira os dez mais:

RIO DE JANEIRO
1º Rio de Janeiro. Foto: Divulgação


SÃO PAULO
2º São Paulo. Foto: Divulgação


SALVADOR
3º Salvador. Foto: Divulgação


FLORIANÓPOLIS
4º Florianópolis. Foto: Divulgação


FOZ DO IGUAÇU
5º Foz do Iguaçu. Foto: Divulgação


BÚZIOS
6º Búzios. Foto: Divulgação


MANAUS
7º Manaus. Foto: Divulgação


JERICOACOARA
8º Jericoacoara. Foto: Divulgação


CURITIBA
9º Curitiba. Foto: Divulgação


GRAMADO
10º Gramado. Foto: Divulgação


O ranking é feito anualmente e existe desde 2010.
Você concorda com o ranking de melhores destinos?  Qual é o seu ponto turístico preferido?

terça-feira, 30 de julho de 2013

Vale visitar

É coisa de filme
Praia dos Carneiros
Localizada no litoral sul de  Pernambuco, no município de Tamandaré, a 120 Km de de Recife, a Praia dos Carneiros é perfeita para quem quer ficar de pernas para o ar.
Os 7 km de  areias finas e brancas banhadas por um mar translúcido já foram parte de uma fazenda de coqueiros. As palmeiras ainda cobrem os terrenos, dividindo espaço com charmosas pousadas no estilo rústico chique. Quando a maré baixa, corais emergem, formando piscinas naturais. Quando o mar sobe, a água chega até a igrejinha branca, dedicada a São Benedito. Vale um passeio de barco pelos rios Formoso e Ariquindá.

 

Igreja Praia Carneiros

 
As 5 da tarde, o comércio fecha e Carneiros é puro silêncio. Só se ouve o balançar dos coqueiros, - um sussurro para finalizar o dia.

Retirado de um catálogo de viagens

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Que lugar é esse?



Praia de Jericoacoara

Vale a pena a caminhada
Esta pequena e turística cidade do Nordeste brasileiro está localizada em uma Área de Proteção Ambiental que engloba 5840 hectares de praia, lagos, coqueirais, vegetação de caatinga.
Sua praia já foi considerada uma das mais belas do mundo pelo jornal norte-americano The Washington Post. Repleta de formação rochosas, como a Pedra Furada, possui ainda dunas que atinge até 30 metros de altura. Para chegar ali, no entanto, só mesmo com veículo de tração nas quatro rodas, como bugues e jipes. Mas, dizem os visitantes todo esforço vale para se conhecer esse pedaço do paraíso.
Você sabe dizer que lugar é esse?

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Brasil

Parques Nacionais da região Nordeste 
Entre os parques do Nordeste, dois são marinhos: Abrolhos - refúgio de baleias jubarte - e Fernando de Noronha, morada de tartarugas e golfinhos. Ambos abrigam centenas de espécies de peixes tropicais, além de servir de santuário para dezenas de espécies de aves marinhas.
Outros parques da região Nordeste exibem paisagens diversificadas, como as das imagens a seguir.


 
Areias de quartzo muito finas e leves, resultado da ação combinada dos ventos, formam as dunas características do PARQUE NACIONAL DOS LENÇÓIS MARANHENSES.


O PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA, no Piauí, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, guarda vestígios arqueológicos do que seria a mais remota ocupação humana da América do Sul, há cerca de 50 mil anos. As pinturas, gravadas em paredões de rocha, representam aspectos do dia-a-dia, ritos e cerimônias dos antigos habitantes da região, além de figuras de animais, alguns já extintos.


O PARQUE NACIONAL MARINHO DE ABROLHOS, localizado no litoral sul da Bahia, tem esse nome porque, como diz a tradição, ao navegar pela costa no século XVI, os portugueses depararam com formações de corais, o que fez com que recomendassem aos novos viajantes que ficassem bem atentos: "Abram os olhos quando passarem por lá". Peixes, tartarugas e aves habitam a região, mas um dos principais habitantes do parque é a baleia jubarte, que, no segundo semestre do ano, migra da Antártida em busca de águas mais quentes e seguras para acasalar e progredir.


Parque Nacional de Ubajara - Serra da Ibiapaba
O PARQUE NACIONAL DE UBAJARA, é o menor parque nacional brasileiro. Localizado na Serra da Ibiapaba, no Ceará, pertencendo ao município de Ubajara, conserva porções de mata Atlântica nas regiões de maior altitude.

Em 1998 surgiu a Associação Caatinga, uma organização não-governamental que procura atuar na preservação de plantas, animais e comunidades naturais da caatinga - bioma típico do Nordeste brasileiro.
A Associação criou uma reserva natural, denominada Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra das Almas, situada no município de Crateús (CE) e reconhecida pelo Ibama em 2000. Está trabalhando na construção de uma rede de parceiros envolvendo universidades, órgãos técnicos e de financiamento, proprietários rurais e empresários, ONGs e a imprensa.
Um de seus projetos é o "Plantas do futuro", que desenvolve ações para identificar espécies da flora nativa da região Nordeste com potencial econômico que possa beneficiar as comunidades rurais e os agricultores familiares.
Saiba mais:
http://www.acaatinga.org.br/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Região Nordeste do Brasil


Região Nordeste
É a região brasileira que possui o maior número de Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.
Limita-se a leste e ao norte com o Oceano Atlântico. A oeste e sudoeste com os Estados do Pará, Tocantins e Goiás e ao sul com os Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
O clima nordestino varia de acordo com o local, podendo ser semiárido, tropical, úmido ou equatorial. A vegetação também é heterogênea, composta por áreas de caatinga, manguezais, mata Atlântica, cerrado, floresta Amazônica e mata de cocais.
As diferentes características físicas (clima, vegetação, quantidade de chuva, etc), encontradas no Nordeste resultaram na subdivisão dessa área. Com isso e Região foi dividida em Meio-Norte, Sertão, Agreste e Zona da Mata.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A música e a dança na região Nordeste

Na música popular nordestina, destacam-se ritmos, tais como: o coco, o xaxado, o samba de roda, o baião, o xote, o forró, o axé, o frevo...
O Coco

O coco é um ritmo originário de Pernambuco. O nome refere-se à dança e ao som deste ritmo. Coco significa cabeça, de onde vêm as músicas, de letras simples. Com influência africana e indígena, é uma dança de roda acompanhada de cantoria e executada em pares, em fileiras ou em círculos durante festas populares do litoral e do sertão nordestino.

O Xaxado
 Xaxado é uma dança popular brasileira originada nas regiões do agreste e do sertão nordestino. Era muito praticada pelos cangaceiros da região, quase sempre, em celebração às suas vitórias. O nome é derivado ao barulho das sandálias dos cangaceiros contra a areia do sertão. Xaxado é uma dança de guerra e de entretenimento, criada pelos cangaceiros de Lampião.

O Samba de Roda
O samba teria surgido por inspiração, sobretudo, de um ritmo africano, o semba, e teria sido formado a partir de referências dos mais diversos ritmos tribais africanos. O Samba de Roda, no Recôncavo Baiano, designa uma mistura de música, dança, poesia e festa. Presente em todo o Estado da Bahia, o Samba de Roda é praticado, principalmente, na região do Recôncavo. Porém, o ritmo se espalhou por várias partes do país, sobretudo, Pernambuco e Rio de Janeiro.

O Forró
Forró é uma festa popular brasileira, de origem nordestina. No forró, existem vários ritmos, como o baião, a quadrilha, o xaxado e o xote, que veio de Portugal. O forró tornou-se um fenômeno pop em princípios da década de 1950. Foi Luís Gonzaga que consagrou o forró no Brasil e contribuiu muito para que a cultura do sertão nordestino fosse difundida pelo país. O Nordeste era, quase sempre, representado nas músicas do compositor.

O Frevo

O frevo é um ritmo musical e uma dança brasileira com origem no Estado de Pernambuco. Ele é resultado da mistura de marcha, maxixe e elementos, da capoeira. Surgido na cidade do Recife no século XIX, o frevo caracteriza-se por ser um ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevo, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte.

O Bumba-meu-boi

Bumba-meu-boi, Boi-bumbá ou Pavulagem é uma dança do folclore popular brasileiro, com personagens humanos e animais fantásticos, que gira em torno da morte e ressurreição de um boi. Como dança dramática, o bumba-meu-boi adquiriu, com a passagem dos anos algumas cateterísticas dos autos medievais, o que lhe dá o caráter de veículo de comunicação.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O artesanato da região Nordeste

O artesanato é também uma parte relevante da  produção cultural do Nordeste, sendo inclusive o ganha-pão de milhares de pessoas por toda a região. Devido à variedade regional de tradições de artesanato, é difícil caracterizá-los todos, mas destacam-se as redes tecidas e, às vezes, bordadas com muitos detalhes, os produtos feitos em argila, palha e madeira (por exemplo, da carnaúba, árvore típica do sertão), além das rendas, que ganharam destaque no artesanato cearense. Outro destaque são as garrafas com imagens feitas manualmente em areia colorida, um artigo produzido para ser vendido para os turistas. No Maranhão, destaca-se artesanatos feitos da fibra do buriti (palmeira), assim como artesanatos e produtos do babaçu (palmeira nativa do Maranhão).  


Rede com varanda bem trabalhada

Rede bordada em ponto cruz

Artesanato blusas e bolsas em renda de bilro feito a mão

Rendeira  

Renda de bilro


Chapéu de palha da carnaúba


Artesãs confeccionado chapéus


Vassouras de Palha da Carnaúba

Artesanato feito em argila


Artesanato em madeira

Copos com imagens feitas manualmente em areia colorida

Artesã mostrando seu trabalho

Artesanato da fibra do buriti


Artesanato feito do babaçu



Carrancas

Carrancas é uma escultura com forma humana  ou animal, produzida em madeira e utilizada a princípio na proa das embarcações que navegam pelo rio São Francisco. Espalhou-se no Brasil como uma forma de arte popular, sendo vendida em feiras e lojas de produtos artesanais. Não se sabe ao certo se sua origem é negra ou ameríndia, ou se seriam amuletos ou simplesmente ornamentos. Os artesãos que produzem carrancas são chamados de carranqueiros.