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domingo, 7 de julho de 2013

Que tal realizar um trabalho voluntário?

      Fazer a diferença na vida de alguém: é exatamente isso que o trabalho voluntário proporciona a quem realiza. Em um mundo onde cada vez mais existe o senso de individualismo, fazer a diferença por livre e espontânea vontade e sem esperar receber nada em troca é um diferencial. Esse trabalho proporciona também bem-estar e alegria a quem o realiza.
       A ideia de ajudar os outros costuma encantar, mas os psicólogos ressaltam que antes de de se doar é preciso estar inteiro, de bem com você mesmo. Às vezes,  a pessoa parte para a ajuda, mas no fundo quer é ser ajudada. Isso pode acabar aumentando os problemas e pode até atrapalhar o andamento da instituição. Portanto, antes de se inscrever em uma ONG ou em um centro comunitário ou em um centro de saúde, o primeiro passo é analisar suas motivações e se preparar para uma boa dose de envolvimento.
       Trabalho voluntário não é caridade. Deve haver profissionalismo, responsabilidade , comprometimento e vontade de trabalhar.
        Outro ponto importante para quem está percorrendo esse caminho é saber manter um certo distanciamento entre os problemas enfrentados nessas atividades e os seus. Isso evita que o trabalho de cooperação não se torne mais uma fonte de tristezas, tal como a situação de uma mãe que quer reviver a infância dos filhos atuando em uma creche. Ela não deve fazer trabalho voluntário, ela deve ir para a terapia. Mas, se a questão for bem resolvida e superada, os aprendizados pessoais são valiosos. Há pessoas que aprendem uma nova habilidade, outros ganham lições de vida. Quando estamos nos doando, esquecemos de nós mesmos. Isso não é fugir dos problemas, mas é saber encará-los. Começamos a ver que nossos problemas são irrisórios.
          Ao procurar uma instituição, devemos procurar fazer o que gostamos, procurar utilizar nossas habilidades e o nosso tempo disponível, sempre de acordo com a necessidade da organização.
          Além de ONGs, centros comunitários ou de saúde, você pode propor alguma ideia para realizar em escolas públicas. Existem muitas igrejas e grupos religiosos que se dedicam a fazer esse tipo de trabalho. O importante é ajudar, da forma que puder. Quando se ajuda alguém, você pode mudar a vida dessa pessoa.
        Mas então, o que fazer? Se você é um bom ouvinte e se gosta de conversar com as pessoas, você pode atuar em hospitais e centros de saúde. Vale contar histórias e ouvir  com interesse as histórias de cada um. Se você gosta de desenvolver jogos para crianças e jovens que exijam energia e esforço como correr, pular ou dançar ou atividades que lidem com o raciocínio, memória, criatividade, você será bem aceito em lugares que jovens e crianças sejam a maioria. Se você se interessa mais em atividades educativas, tais como ensinar alguma atividade como oficinas de reciclagem ou de artezanato, é ideal atuar em ONGs que promovam reforço escolar, cursos de capacitação, alfabetização de adultos, informática e linguas estrangeiras. Se você desejar, também pode promover o bem-estar e alegria de pessoas idosas que vivem em asilos.
      Trabalhe em uma causa que você acredite. Comece a trabalhar para melhorar o mundo. Quando você escolher uma entidade, entre em contato e vá ajudá-la. Descubra exatamente o que esperam de você e se o trabalho está dentro de suas intenções e disponibilidade. Lembre sempre que o voluntariado exige o mesmo grau de profissionalismo que uma empresa.


O que fazer com o tempo disponível na semana?

1 HORA: ajudar no planejamento de ações, contar histórias em asilos, creches e hospitais, dar palestras, atualizar o site da instituição e outras atividades de escritório.
2 HORAS: legalizar a situação dos moradores de rua, coletar doações, organizar materiais para uma atividade a ser desenvolvida, acompanhar doentes em exames complicados, distribuir sopa de madrugada a desabrigados, ajudar na cozinha.
1 MANHÃ: participar de ações em favelas, trabalhar com crianças especiais, dar aulas, organizar feiras e bazares comunitários, auxiliar deficientes visuais em suas tarefas de leitura.
1 DIA INTEIRO: visitar instituições no interior do estado, participar de mutirões, se envolver em atividades que exijam deslocamentos para lugares distantes.

Onde ajudar em Fortaleza?




Grupo Paulo Estêvão ( é um centro religioso que promove muitas ações sociais) : http://www.gepe.org.br/v2/

Lar Torres de Melo: http://ltmelo.spaceblog.com.br/


Outros lugares em Forteleza:



Para saber de campanhas e novidades sobre trabalhos sociais, em Fortaleza, acesse:

Onde ajudar em outros lugares do Brasil?




Onde ajudar no exterior?





quinta-feira, 27 de junho de 2013

Santos juninos


 
Santo Antônio - 13 de junho

Santo Antônio é um dos nomes mais venerados e populares do Brasil. Conhecido como santo casamenteiro, em algumas culturas o venerável também é invocado para achar objetos perdidos.

Nascido em Portugal, em família de posses, Fernando de Bulhões - seu verdadeiro nome - teve infância tranquila; seus primeiros anos de vida foram passados entre Lisboa e Coimbra.

Dedicado aos estudos, o jovem dava grande atenção aos tratados teológicos e às escrituras sagradas. Inteligente, o futuro santo já tinha certa fama, seus conhecimentos gerais e religiosos eram muitos. Segundo relatos históricos, os amigos o apelidaram de "Arca do Testamento". Da Ordem Franciscana, chamava a atenção de seus contemporâneos por seu dom como pregador. Devoto da figura de Maria, Antônio tornou-se santo porque dedicou toda sua vida aos mais pobres e ao serviço de Deus.




São João - 24 de junho

 São João - mais tarde chamado "o Batista" - veio de uma cidade do reino de Judá. Filho do sacerdote Zacarias e de Isabel - que tinha parentesco com Maria, mãe de Jesus - João teria nascido sob circunstâncias sobrenaturais.

Segundo relato bíblico, Isabel era estéril e já idosa quando o anjo Gabriel anunciou a seu esposo a chegada de um filho. A criança deveria chamar-se João.

Depois do anúncio, Maria foi visitar Isabel. "E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo", relata o livro de Lucas, versículo 41. 

A relevância de João Batista, para muitos, está no fato de ter sido uma espécie de precursor de Jesus, a voz que anunciou a chegada do Messias e o responsável pelo batizado de Cristo.




São Pedro - 29 de junho

Segundo a bíblia sagrada, antes de ser batizado, Pedro se chamava Simão e trabalhava como pescador. Um dia Jesus pediu sua barca para falar a uma multidão de pessoas, na Galileia. Após voltar, disse a Pedro que pescasse em mar mais profundo. Como Pedro acreditava nas palavras de Jesus, tentou uma nova pesca, sendo abençoado com uma grande quantidade de peixes.

Após o batismo seu nome foi trocado, escolhido por Jesus, como Kepha, de origem aramaica, que significa pedra, rocha. Traduzindo-o para o grego ou para o latim, temos petrus, o mesmo que Pedro.

Simão tinha o sonho de seguir os ensinamentos de Jesus, tornando-se um de seus apóstolos mais importantes. Ao fazer a escolha, Jesus disse: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".

Escolhido como o líder dos apóstolos, criou mais tarde a comunidade cristã de Roma, vindo a se tornar o primeiro papa da Igreja Católica.

Daí vem as crendices populares de que São Pedro ganhou as chaves do céu por ter sido escolhido como líder e, quando chove muito, dizemos que está lavando o céu. Ou ainda que para entrar no céu precisamos ganhar autorização de São Pedro.


 
                           São Paulo - 29 de junho
Durante o mês de junho, Santo Antônio, São João e São Pedro são homenageados com fogueiras, fogos, festas e muita música. No entanto, São Paulo, que também é celebrado no dia 29 de junho, juntamente com São Pedro, acabou ficando de fora das festividades do período junino.

O dia dos dois santos não é coincidência: Eles foram condenados à morte na mesma data, segundo o catolicismo. Há décadas, era comum que duas fogueiras fossem acesas no mesmo dia, para homenagear São Pedro e São Paulo, contudo, não se sabe ao certo o porque do segundo santo ter caído no esquecimento.

Muita gente não tem conhecimento da existência e importância de Paulo, mas, Segundo a igreja católica, ele teve grande contribuição em uma visão mais abrangente do cristianismo; outros apóstolos eram mais restritos aos judeus, enquanto Paulo abriu o pensamento para o paganismo.

Ainda segundo a igreja católica, a importância de Paulo é elementar para o desenvolvimento da fé cristã, portanto, não há argumento plausível para que o santo fosse, aos poucos, sendo deixado de lado.

São Paulo é o padroeiro da imprensa, dos autores, escritores e editoras, e também é conhecido como santo protetor de pessoas com surdez.

Fonte: http://www.reporterjunino.com.br

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Viver na floresta entre flores e pássaros, uma utopia?

EXCERTOS DO LIVRO “AS CONTRIBUIÇÕES DE PARAMAHANSA YOGANANDA À EDUCAÇÃO AMBIENTAL” 


Por estar sujeito à fome e aos desejos, o ser humano é obrigado a trabalhar. Sem trabalho, qualquer sociedade seria tomada pelas doenças, pelo crime e pela fome. Se todas as pessoas abandonassem a vida social para viver nas florestas, vivendo apenas na comunhão com flores e os pássaros, as florestas acabariam tornando-se novas cidades. Yogananda lembra o exemplo da vida dos mestres da Humanidade, tal como Krishna, que viveu uma vida completamente iluminada, mesmo sendo um poderoso rei.

Disse Yogananda: “Para evitar as armadilhas dos dois extremos – a renúncia ao mundo ou a sufocação na vida material – o homem precisa treinar a mente, por meio da meditação, para poder praticar as ações necessárias e legítimas da vida cotidiana, enquanto conserva, em seu interior, a consciência de Deus (…) uma vida equilibrada de meditação e atividade, sem apego aos frutos da ação, é o exemplo que a vida de Krishna oferece.

Estar constantemente preocupado, mesmo em ambientes agradáveis, é viver no inferno; viver na ilimitada paz interior da alma, mesmo morando em um barraco miserável, é o verdadeiro paraíso. Dentro de um palácio ou debaixo de uma árvore, devemos levar sempre conosco esse céu interior”.

O unilateralismo não é atitude recomendada nem para a vida meramente espiritual, nem para uma existência puramente material. Mesmo alguém que decida viver num mosteiro, dedicando-se a um caminho espiritual específico, terá seu sustento dependente da atividade industrial ou da manufatura desenvolvida por terceiros. Além disso, para prover as necessidades mínimas, deve haver algum tipo de trabalho que garanta a aquisição do dinheiro para si ou para o seu grupo. Mesmo que viva apenas de doações, estará, implicitamente, aquiescendo a importância das atividades com objetivos materiais e a necessidade de existirem pessoas que se dediquem a elas, sem cuja colaboração não poderia subsistir no mundo.

Paramahansa Yogananda reconhece a tendência de, na Índia, as pessoas cultivarem o pensamento filosófico e a atitude contemplativa. Apesar de reconhecer uma percepção espiritual privilegiada entre os orientais, alerta quanto ao fato de muitos utilizarem seu tempo ocioso para alimentar uma indolência que resvala para a preguiça, descurando das necessidades materiais básicas.

Os ocidentais, por sua vez, optaram por um ideal civilizatório essencialmente materialista, nutrindo toda uma vida engajada em atividades voltadas para a aquisição de bens e acúmulo de riquezas. Criando novos desejos numa escala sem fim, o ocidental vê-se preso a um círculo vicioso que implica trabalhar para ganhar sempre mais um pouco a fim de alcançar um novo patamar de padrão de consumo que despertará novas possibilidades de consumo antes não vislumbradas, exigindo, para ser alcançado, mais trabalho, numa espécie de confinamento, como numa gaiola de corrida de ratos em disputa por comida.

Para dotar as vidas de ocidentais e orientais com a harmonia holística, ambos “precisam adotar um método de desenvolvimento da vida equilibrada (…) se a carência deve ser evitada, a pobreza espiritual deve ser abominada”.
Retirado do blog: http://arnobio.org/

segunda-feira, 24 de junho de 2013

De onde vem...

... o hábito de comer milho no São João?
Dos Celtas aos portugueses, do trigo ao milho, uma nova visão sobre nosso tradicional São João



 “A fogueira está queimando em homenagem a São João”, diz a famosa canção junina.
 Mas a história desta festa que nos parece tão brasileira remonta a uma renovação de um ritual celta pela Igreja Católica. Os povos antigos da Europa acendiam fogueiras para espantar os maus espíritos no começo do verão. Para eles, isso garantiria uma boa colheita. 
Tal ritual pagão incomodava a Igreja, que sem poder lutar contra, inseriu a festa em seu calendário, passando a comemorar o nascimento de São João, em 24 de junho. A festa “joanina”, como então se chamava, chegou ao Brasil com os portugueses que aqui aportaram. 
Se na Europa o verão começava, aqui a quadra chuvosa principiava. E com ela, a colheita do milho, que 
havia florescido com as chuvas de março, abril e maio. E se iniciadas no dia 19 de março, dia de São José, a fartura estava certa. Na falta do trigo utilizado em terras lusas, o cereal já apreciado pelos índios aqui tomou seu lugar.
 Assim, misturando rituais pagãos transformados em católicos pela Igreja, colocamos essa pitadinha indígena ao cardápio de nossa festa junina, que se tornou uma criativa comemoração de inverno, esquentada pela fogueira e pelo som de uma sanfona.

Fonte: Revista pense!

terça-feira, 18 de junho de 2013

GOOOOL !

Futebol
Os povos dos quatro cantos do planeta comemoram a glória de sua seleção a seu modo. Mas, no momento em que o coração bate mais forte, a palavra é a mesma no mundo todo: gol!

Quem inventou a pelada?  Os ingleses de primeira: "Fomos nós". Que furada! Os chineses, em 2600 a.C., jogavam um tal kemari, inventado por Yang-tse: dois times de oito jogadores, num campo quadrado, chutavam uma bola de couro recheada de cabelos; os postes eram de bambu e o travessão, uma tira de seda.

IstoÉ: Manual dos Jogos Olímpicos. São Paulo, Três.

domingo, 16 de junho de 2013

Povos Ciganos

Com uma trajetória marcada historicamente pelo preconceito, os ciganos conseguem despertar sentimentos dúbios


11.jpg Diferentemente de como são apresentados na moda, em festas representadas pela exuberância das cores, sensualidade das danças e da música, os ciganos, na vida real, são bem diferentes. E foi essa realidade que pudemos constatar ao entrar no universo de um povo marcado pelo preconceito, daí a desconfiança. Mas quando percebem que o visitante tem uma outra visão sobre eles, abrem as suas tendas e falam de suas necessidades e anseios. E entre xícaras e mais xícaras de café, revelam mais sobre a sua cultura.
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Para alguns, não passam de trapaceiros, espertalhões, gente perigosa; enquanto, para outros, são portadores de um saber sobrenatural, principalmente as mulheres. A maior parte delas dedica-se à quiromancia, adivinhação pelas linhas da palma das mãos. Enquanto os homens são exímios comerciantes. Mas, quem são essas pessoas? São vítimas de um preconceito "globalizado". No mundo todo a rejeição acompanha esses povos ao longo da história.

Na Idade Média, eram queimados em fogueiras; sentiram na pele os horrores da perseguição de Hitler junto com os judeus. Em pleno século XXI, são cidadãos indesejáveis na Europa. Portadores de uma história que ninguém sabe ao certo onde começou, possuem linguagens próprias, uma cultura que mistura traços de povos de diversos países e continentes, marcada pela oralidade.

São escassos os registros ou documentos oficiais sobre esses povos. Eles próprios constituem registros vivos dessa história, pontuada por perseguições. No Brasil, existem poucas obras escritas sobre eles. Um dos documentos mais antigos (1574) trata da chegada de João Torres, com sua família, como degredado. Sabe-se que chegaram aqui à época do descobrimento e que ocuparam o litoral nordestino.
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Comum em todas as denominações, tanto a Calon, quanto a Rom, originária do leste europeu, o desprezo acompanha essas populações desde que foram expulsas da Europa, por atrapalharem o projeto de modernidade, entre os séculos XV e XVIII, marcado pelo culto exacerbado ao progresso científico.



Respeito aos mais velhos, casamentos familiares e supremacia do homem frente à mulher são elementos dessa cultura que possui códigos éticos próprios. Ainda são chamados de bruxos ou malfeitores por onde passam. No Nordeste, os Estados da Bahia, Piauí, Pernambuco, Paraíba e Ceará concentram algumas comunidades do grupo dos Calon, primeiro a chegar ao Brasil, após ser expulso de Portugal. Muitos não têm sequer registro civil, impedindo o acesso à educação e à saúde. Dentre as minorias étnicas no Brasil, são as menos favorecidas. 


Leia também:
A  pátria do povo cigano é a própria alma deles"
Origem remonta há mais de mil anos, na Índia

Autoria das imagens: Quadros de Maria do Carmo.  

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Festejos juninos no Nordeste

Junho é mês de festa no Nordeste. É hora das quadrilhas festejarem o Santo Antônio, São João e São Pedro. E é no Interior que os festejos mobilizam as atenções dos turistas para essa época do ano.
A apresentação das quadrilhas é uma das atrações nas festas pelo Interior - ROOSEWELT PINHEIRO/ABR
A tradição das festas juninas chegou ao Brasil por influência europeia. Os países cristãos da Europa, como França, Portugal e Espanha, celebravam o dia de São João Batista em 24 de junho – daí o termo “junina”. No entanto, os festejos no mês de junho têm origem pagã, quando se comemorava a chegada do verão no Hemisfério Norte. No Nordeste, a festa foi trazida pelos padres jesuítas e se popularizou entre os índios.
Palhoça Zé Lagoa no Parque do Povo em Campina Grande (Foto: Divulgação/PMCG)
São João acontece no Parque do Povo em Campina Grande (Foto: Divulgação/PMCG)
De lá para cá, o São João ganhou proporções de grande evento. Uma das maiores festas juninas do país, o “Maior São João do Mundo”, de Campina Grande, a 120 km da capital da Paraíba, João Pessoa, teve a sua primeira edição em 1983. Com o sucesso do evento, foi construído o “Parque do Povo” em 1986, uma praça de 42,5 mil m² cuja principal função é sediar a festa.      Trem do Forró
Trem do  Forró em Campina Grande - Expresso do Forró-PB
Uma das principais atrações do Maior São João do Mundo é o “Trem do Forró”. Também conhecido como “Expresso Forrozeiro”, o trem de sete vagões, com capacidade para 800 pessoas, faz o percurso da Estação Velha de Campina Grande até um de seus distritos: Galante. A vista do agreste paraibano ganha a sonoridade do forró pé de serra durante a viagem. 
Veja também:

sábado, 1 de junho de 2013

NAMASTÊ!

A palavra NAMASTÊ é o cumprimento em sânscrito que literalmente significa “Curvo-me perante a ti”, é a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro.
Expressa um sentimento de respeito. Invoca a percepção de que todos nós compartilhamos da mesma essência, da mesma energia, do mesmo universo.
Namastê possui uma força pacificadora muito intensa. Em síntese é “Saúdo a você, de coração”! E deve ser retribuído com o mesmo cumprimento.
O Deus que habita em mim 
saúda o Deus que habita em você.
O Deus que há em mim
saúda o Deus que há em ti.
O Espírito em mim reconhece
o mesmo Espírito em você.
A minha essência
saúda a sua essência.
Consiste no simples ato de pressionar as palmas das mãos ante o coração e os dedos apontando para cima, no centro do peito.
Inclina-se levemente a cabeça
sem ser acompanhado de palavras.
Frequentemente fecha-se os olhos, para então curvar-se a coluna, em sinal de respeito à divindade que preenche todos os espaços do universo.
A coluna retorna à posição ereta mais lentamente do que quando abaixou, também simbolizando respeito à outra pessoa.
Os cinco dedos da mão esquerda representam os cinco sentidos do coração, enquanto os dedos da mão direita representam os cinco órgãos da razão.
Significa então que mente e coração devem estar em harmonia, para que nosso pensar e agir estejam de acordo com a Verdade.
Também é um reconhecimento da dualidade que existe no mundo, simbolizando a união das polaridades, esquerda e direita, bem e mal e sugere um esforço de nossa parte para manter essas duas forças unidas em equilíbrio de nossa parte para manter essas duas forças unidas em equilíbrio.

O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você.

http://arnobio.org/