sábado, 30 de março de 2013

Costumes funerários em Fortaleza no início do século XX

Já não havia carpideiras no século passado; isto é, as mulheres mercenárias que acompanhavam os funerais sem choramingas, mas com moderados carpidos

Os velórios eram feitos na própria casa, com a participação da família, parentes e amigos, que, prostrados diante do féretro, compungidos, rezavam as mais fúnebres orações com expressões de clamor e evocações aos santos da Corte Celestial.

Todo esse ato de piedade se desenrolava com a chegada dos parentes e amigos; estes, ao tomarem conhecimento do fato, se acorriam para prestar solidariedade à familiar enlutada. Os defuntos eram enterrados na conformidade das posses (condições) econômicas da família daí o velho adágio "cada um enterra o seu pai como pode".


A encomendação

Após a defunção, antes do sepultamento, o contrato celebrado com a empresa funerária, logo chegava à casa do morto.

O pessoal conduzindo a "essa", castiçais, crucifixo, tapete para colocar a "essa", cortinas com detalhes no tecido gorgorão de cor preta e guirlandas prateadas em redor das janelas e bandeirolas, mesa para crucifixo e caderno de anotações com endereços e assinaturas dos que compareciam, para posterior agradecimento.

À distancia sabia-se da existência do velório; o pranto se fazia ouvir mesmo longe da casa do de cujus. Era também sinal da despedida dos parentes e amigos e do ultimo adeus.

Dos ritos

Alguns sepultados eram levados (carregados) à mão. Dependia do grau de merecimento de cada defunto, da posição social e econômica. As saudades e tristezas se traduziam sob as mais variadas formas cobrindo de luto as famílias, parentes e amigos com copiosas tristezas.

Nas residências se colocavam cortinas nas portas, janelas, varandas denunciando a existência no local de um sepultamento. As cortinas ricamente confeccionadas com guirlandas de cor preta e tecido prateado davam as conotações do evento que envolvia em muitas lágrimas o triste episódio.

O cortejo

Eram poucos os postos dos automóveis de aluguer de luxo, previamente contratados para o enterro. A empresa funerária se encarregava de contratar os mais luxuosos carros; assim, sob as expensas da família enlutada, conduzia pessoas, parentes e amigos até o cemitério São João Batista (já em pleno funcionamento).

O carro fúnebre ostentava a altura da situação econômica, estilo de fabricação e classe na condição financeira de cada família. Quanto maior o poder aquisitivo do féretro maior ostentação. Os carros fúnebres que conduziam pessoas de alta estirpe eram de cor preta, com luxuosos penachos em redor dos carros, abertos nas laterais, caixão posicionado no centro da carroceria, cercado com várias coroas de flores diversas dependuradas todas e sobre o ataúde.

Ao chegar ao Cemitério São João Batista, as coroas eram retiradas do carro, juntamente com as fitas de seda tafetá, preto e prateado e cor ouro em fitas lilás com inscrições pregadas nas mesmas; tudo dava um tom sóbrio mencionando o último adeus.

No cemitério

No portão de entrada do Cemitério, o ataúde era retirado pelos amigos e familiares ou autoridades constituídas pelo Estado para dar inicio ao cortejo. O carro com penachos pretos anunciava a chegada do ente querido aguçando mais ainda as emoções..

O féretro inerte aguardava a encomendação do corpo pelo pároco, água benta que o sacerdote espargia sobre o defunto e também nos presentes. A sobriedade e tristeza tomavam conta de todos que ali se prostravam, para as despedidas dos restos mortais. Os sepultamentos saiam da própria residência, pois ainda não havia local para velório na Cidade. (A recuperação do passado sempre ergue uma ponte em direção ao presente).

A natureza da morte

Variava ainda o tipo de enterro diante da doença que o vitimara. Nos casos de doenças infectuosas, os moradores deixavam a casa, fechando-a para proceder uma limpeza geral. Por isso lavavam todas as dependências com poderosos desinfetantes, sendo a "creolina" de grande eficácia pelo teor sobre os micróbios e outras bactérias. Daí para frente, todos da família se cobriam de luto mais severo que se podia apresentar durante certo e determinado tempo.

As mulheres, vestidos ao rigor da dor, além das vestes, chorões, chapéus com véus, sapatos, meias, luvas transpiravam as saudades; os homens, vestidos a caráter de roupa preta, recolhiam-se até aguardar o tempo do "nojo" autorizado pelos órgãos públicos, quando funcionários, ou, na própria residência pessoas, parentes e amigos que, por algum motivo, não puderam comparecer ao enterro.

Os homens botavam na manga ou lapela do paletó ou camisa de colarinho, o indefectível "fumo preto" em sinal de respeito ao falecido; a tarja usava-se durante três, sei meses ou um ano, dependendo do grau de parentesco: viúvas ou viúvos, um ano; filhos seis meses; tios e irmãos três meses; primos um mês. Assim todos compungidos entre abraços tinham as mesmas emoções e falavam a mesma língua de condolência.

A cena social

Algumas viúvas, além do vestido preto, portavam chapéu chorão acoplado ao fichu. As viúvas resguardavam-se na alcova e ao fundo da casa, para não serem vistas por outras pessoas, a não ser pros parentes mais próximos, ficando durante um ano de "luto fechado", sem participar de nenhuma festa ou reunião social.

Só depois poderia começar "aliviar" o penoso luto fechado por mais de um ano, vestindo roupas cujas cores invariavelmente seriam preto e branco, numa, assim, demonstração de respeito e amor ao de cujus.

A partir daí, com o espaço de sete dias, eram todos convidados a participar da missa e, em seguida a visitação à cova no cemitério, encerrando com missa os funerais de sétimo dia, rogando a Deus que conduzisse o de cujus ao Reino dos Céus, perdoando-lhe, então, os pecados.

FIQUE POR DENTRO

A cerca das mulheres carpideiras

As carpideiras prestavam seus relevantes serviços às antigas famílias fortalezenses, quando compareciam aos velórios chorando copiosamente nos recintos fúnebres rogando piedade e salvação para os falecidos, sem sequer conhecê-los. O número de carpideiras dependia das condições econômicas da família do morto. A profissão de carpideira é feminina, cuja função através de acordo monetário consiste em chorar para um defunto alheio, mostrando seus prantos, mas sem nenhum sentimento, amizade ou grau de parentesco. Tudo com o mais profundo clamar cujo olhar dava dó. Era um negócio qualquer entre as partes. No Brasil, a profissão de carpideira veio junto com a colonização portuguesa, onde a carpideira recebia da família do de cujus, "bens moveis" em vez de dinheiro, diante da escassez monetária da época. 

Itha Rocha disse que foi entrevistada várias vezes por Clodovil, quando ele era apresentador de TV Foto: Vagner Magalhães / Terra
Itha Rocha
A carpideira mais conhecida do Brasil chama-se Itha Rocha.
 Com seu trabalho chega ganhar até R$ 300,00 (trezentos reais) por cada velório. Já trabalhou em velórios como Lady Diana, Clodovil Hernandes, dentre outros famosos.

sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Viajantes escolhem as melhores ilhas do planeta.

Paraíso do mergulho e Belize, Ilhas Virgens e Bora Bora lideram. 
 O Brasil não está na lista geral, mas tem 4 citações em ranking sul-americano. 

Veja as fotos das 10 primeiras

 Nosy Be, Madagascar
Ilha de Nosy Be em Madagascar ficou em 10º lugar. (FOTO: Divulgação)
10º) Lugar
Nosy Be, em Madagascar (Foto: Konrad Wothe/Getty Images)


Ilha de Páscoa, Chile
Ilha de Páscoa 1 (Foto: AP)
9º) Lugar
As famosas estátuas da Ilha de Páscoa (Foto: AP)


 Koh Tao, Tailândia
Ilha de Koh Tao na Tailândia ficou em 8º lugar. (FOTO: Divulgação)
8º) Lugar
Ilha de Koh Tao, na Tailândia (Foto: Terry Williams / Getty Images)


 Moorea, Polinésia Francesa
Moorea na Polinésia Francesa ficou em 7º lugar. (FOTO: Divulgação)
7º) Lugar
Moorea, na Polinésia Francesa (Foto: Creative Commons/Evil Monkey)


Isla Mujeres, México
Isla Mujeres no México ficou em 6º lugar. (FOTO: Divulgação)
6º) Lugar
Casal descansa em Isla Murujeres (Foto: Alex Quesada/The New York Times)


Santorini, Grécia
Santorini na Grécia ficou em 5º lugar. (FOTO: Divulgação)
5º) Lugar
Santorini, uma das ilhas gregas (Foto: Yannis Kolesidis/The New York Times)


Ilha de San Juan, Estados Unidos
Ilha San Juan em Porto Rico ficou em 4º lugar. (FOTO: Divulgação)
4º) Lugar
Centro da cidade na ilha de San Juan, em Porto Rico (Foto: Creative Commons/Carlo Giovannetti)


 Bora Bora, Polinésia Francesa
Ilha de Bora Bora na Polinésia Francesa ficou em 3º lugar. (FOTO: Divulgação)
3º) Lugar
Vista aérea da ilha de Bora Bora (Foto: Creative Commons/MakeMake)


 St. John, Ilhas Virgens Americanas
St John nas Ilhas Virgens Americanas ficou em 2º lugar. (FOTO: Divulgação)
2º) Lugar
Praia em St John, nas Ilhas Virgens Americanas (Foto: Creative Commons/John Paul Ribaud)


 Ambergris Caye, Belize
Uma ilha no Caribe foi considerada por turistas do mundo todo a melhor do mundo para se viajar. Com areia branca, mar turquesa e um "buraco azul" no meio do mar que é uma das grandes atrações mundiais para mergulhadores, Ambergris Caye, em Belize, foi a primeira colocada em uma pesquisa do site de viagens TripAdvisor que elegeu a melhor ilha do planeta, na opinião do viajante.
Ambergris Caye, ilha de Belize (Foto: Creative Commons/Areed145)

Famoso Buraco Azul, próximo à Ilha de Ambergris Caye em Belize, que ficou em 1º lugar. (FOTO: Divulgação)
Grande Buraco Azul, caverna no meio do mar (Foto: U.S. Geological Survey)

Fonte: http://g1.globo.com  

terça-feira, 19 de março de 2013

Mamãe!!


                                                                      

Padroeiro do Ceará

São José
De acordo com a Bíblia, José marido da mãe de Jesus Cristo, nasceu em Belém da Judeia. Perecia à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo é considerado santo. O santo padroeiro do Ceará. 
A importância de São José para a Igreja Católica e explicada pelo padre Clairton Alexandrino. "São José é o santo do silencio, o homem que tinha obediência à Deus, e mesmo nas horas mais delicadas de sua vida, ele não exigiu provas para o que Deus dizia".
Com a quadra invernosa quase consolidada, hoje, Dia De São José, os agricultores dos quatro cantos do Ceará aproveitam para agradecer, por meio de orações, missas, novenas, festa e com mesa farta.

 Ao longo da história as homenagens a São José ganham conotações diferentes. Em alguns momentos, mais caracterizados pelas manifestações culturais, marcadas pelas tradicionais promessas que, caso a chuva caísse, o agricultor teria que pagar. Muitas vezes, envolviam  sacrifícios físicos como longas caminhadas. Existiam práticas que consistiam em "roubar" a imagem do Santo, devolvida no dia seguinte após o pedido, que podia ser um bom inverno ou um marido justo como o de Maria.

Embora a ciência refute a ligação, O Dia de São José acontece próximo à passagem do Equinócio, dia 22, quando o sol se desloca sobre o Equador. Esta continua sendo a "esperança para o nordestino", destaca o pároco de Aquiraz. Para a meteorologista da Fundação Cearense e Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Mary Sakamoto, "a relação é apenas cultural e nós respeitamos essa visão do homem sertanejo".

Fonte: Jornal Diário do Nordeste.  

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher

Nos últimos anos, em quase todo o mundo, ganharam destaque as comemorações do Dia Internacional da Mulher. Depois de milhares de anos em que a mulher permaneceu em posição familiar, social e profissional inferior à do homem, finalmente passara a ser reconhecidas como iguais e parceiras do homem na direção de empresas, da família, e até de países. A mulher deixou de ser valorizada apenas por suas funções de mãe, de responsável pelo lar e pela família, quanto ao conforto dentro de casa: passou a assumir postos de mando e de decisão, o que representa um grande progresso. Infelizmente, em muitos países da África e da Ásia, subsistem condições de desigualdade, e de humilhação, o mesmo acontecendo nas regiões pobres da América Latina, onde a mulher padece o peso de preconceitos, injustiças dentro de casa e das empresas, e sofre violências que começam já na infância. Essa repressão sexual e social ainda é um fato que devemos combater com vigor.
Em Nova Yorque, Estados Unidos, no dia 8 de março de 1857, um grupo de operárias ocupam a fábrica onde trabalham, reivindicando diminuição da jornada de trabalho que era de 14 a 16 horas, condições saudáveis de trabalho e salários menos miseráveis. Depois de serem confinadas em um lugar isolado da fábrica, todas morreram queimadas em um incêndio. Depois, na Dinamarca, em 1910, realiza-se o 1º Congresso Internacional de Mulheres. Em homenagem às 129 operárias mortas, passou-se a comemorar no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.  

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Vinho do Místico


Então, ao próprio Céu que gira eu perguntei:
_A esses seus filhinhos, tropeçando ao Léu,
Que Lâmpada o Destino tem para guiar?
_ Um cego entendimento, respondeu o Céu.
GLOSSÁRIO
Céu que gira: o desabrochar da consciência celestial bem-aventurada, sentida na meditação profunda. Eu perguntei: interroguei a Onsciência, o Espírito que tudo permeia. Esses seus filhinhos, tropeçando ao léu: os seres humanos que erram por falta de sabedoria e, consequentemente, caem vítimas dos maus hábitos por eles mesmos criados e dos efeitos cármicos das ações erróneas. Que lâmpada: que espécie de inteligência. O destino: a lei de causa e efeito, ou carma, que opera com precisão justa e matemática. “Tudo o que o homem semear, isso mesmo terá de colher.”[1] Um cego entendimento: a imperfeita compreensão da inteligência mortal, sábia do ponto de vista mundano, mas espiritualmente cega.
INTERPRETAÇÃO ESPIRITUAL

    “À medida que minha alma se aprofundava na celestial esfera vibratória do êxtase, reveladora da verdade, comparei meu jubiloso estado de emancipação com o dos demais filhos humanos de Deus, que estão tropeçando na ignorância e no sofrimento, conduzidos por seu destino pessoal de maus hábitos e do carma (o efeito de suas ações), que eles próprios criaram e perguntei ao Espírito, esse estado celestial que tudo permeia: ‘O que os conduziu ao erro e à destruição?’
     “A vós interna respondeu: ‘Uma inteligência aguda, do ponto de vista material, e sábia nas coisas do mundo, que, espiritualmente cega, está desprovida da intuição que tudo percebe e é plenamente sábia’.”
APLICAÇÃO PRÁTICA
      É difícil, mesmo para os grandes sábios, conhecer sempre a verdade. Quão mais difícil é, então, para os seres humanos que têm inteligência limitada seguir, na vida, as veredas corretas. Frequentemente, as decisões deles são reações impulsivas a atrações sensórias, ou reações irrefletidas a hábitos e outras circunstâncias cármicas que eles próprios criaram na vida. A única lâmpada que ilumina o caminho dessas pessoas é seu entendimento instintivo, inato, mas imperfeito, que é, em parte, inteligente e, em parte, cego. Limitado como é, esse entendimento instintivo pode levar, equivocadamente, os filhos de Deus a tropeçarem e caírem nos fossos da ilusão. Esses que tropeçam constantemente nos mostram o quanto podemos ser mal orientados por esse entendimento instintivo cego.
          Todos os filhos de Deus estão dotados da inteligência suprema: a intuição, a sabedoria onisciente da alma. Porém, enquanto a intuição da pessoa não é desenvolvida, ela é principalmente guiada pelo entendimento limitado da inteligência mortal, apenas ocasionalmente tem lampejos da sabedoria intuitiva. Desse modo, a pessoa se envolve em algumas boas ações, mas, também, em muitas ações erradas, e adquire numerosos maus hábitos. Por meio da operação da lei de causa e efeito, ou carma, a pessoa se descobre seguidora impotente do destino que ela própria criou, e que, frequentemente, conduz ao sofrimento. Contudo, a partir das conseqüências de suas ações errôneas e dos efeitos recompensadores de suas boas ações, a compreensão cresce. A intuição inata desperta gradualmente e começa a orientar a pessoa com sabedoria. Ela é conduzida do sofrimento à felicidade, da superstição religiosa à real percepção da verdade, e das trevas da ignorância ao jubiloso e emancipado estado de êxtase divino.

Do livro O Vinho do Místico – Título Original: Wine of the Mystic – Self-Realization Fellowship – 1998 – 1a. Edição




[1] Gálatas 6:7

sexta-feira, 1 de março de 2013

Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção


O monumento que originou e nomeia a cidade.

Sua origem tem várias versões apontadas por historiadores. Uma delas afirma que a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção foi construída para resistir a invasão dos holandesa em 1649, recebendo o nome de Forte de Schoonenborch.

1812, durante o governo de Manuel Inácio de Sampaio, o forte foi desmoronado, dando início a uma nova estrutura, desta vez em alvenaria de pedra e tijolo, com o projeto de autoria do Tenente Coronel Engenheiro Antônio José da Silva Paulet, sendo concluída a sua construção em 1860. Nos primeiros anos, a fortaleza funcionou como Quartel, sendo sede do Governo e moradia dos Capitães mores.
Posteriormente, 1951, passou a abrigar a imagem de Nossa Senhora da Assunção, em uma capela situada na faixada oeste da fortaleza que dá vista para a Praça dos Mártires, que recebeu essa denominação por ter sido o cenário de várias execuções, entre elas, do Padre Mororó.

LENDA
Segundo a lenda, a revolucionária Barbara de Alencar teria sido aprisionada na cadeia presente na Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. Segundo contam, é possível ouvir os lamentos da mulher à noite.
Para alguns historiadores, Barbara de Alencar nunca ficou presa nos calabouços subterrâneos existentes no quartel. A revolucionária era levada à fortaleza apenas para prestar depoimento e, em seguida, levada de volta para a prisão que ficava em outro local da cidade.
A Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção está localiza nas proximidades do Passeio Público, Santa Casa de Misericórdia e da Catedral Metropolitana de Fortaleza. No local funciona o Quartel General da Décima Região Militar no Ceará.

http://diariodonordeste.globo.com/