segunda-feira, 23 de abril de 2018

Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão.

Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhoso espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti...

In QUINTANA, Mário. Esconderijos do tempo. Porto Alegre: L&PM,1980.

6 comentários:

  1. Olá, querida Erika!
    Recordei-me da passagem bíblica que fala dos lírios do campo... das aves do céu... que lindo!
    Seja muito feliz e abençoada junto aos seus amados!
    Bjm de paz e bem

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  2. Erika foi uma belíssima escolha!!! bj e gostei de ler

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  3. Erika foi uma belíssima escolha!!! bj e gostei de ler

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  4. Gosto muito de ler Mário Quintana. Gostei de o encontrar aqui.
    Uma boa semana.
    Um beijo.

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  5. Maravilhosa esta definição tão especial, e sublime de poesia...
    Adorei!... Para ler e reler!...
    Beijinhos
    Ana

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