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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Cidade do Ceará


Alto Santo
Este município localiza-se dentro do território no qual habitavam os índios, Potiguaras, Paiacu, Tapairiu, Panati, Icó e Ariú.
Coube ao Capitão Simplício de Holanda Bezerra, fazendeiro e proprietário de terras no reduto e áreas circundantes a iniciativa de construir uma capela (1866), tendo como objeto de inspiração religiosa o Menino Deus. A Paróquia, vinculada ao Bispado de Limoeiro do Norte, instituiu-se a 20 de Setembro de 1921, sob a invocação do Pequeno Grande, tendo como primeiro vigário o padre Francisco de Assis Castro Monteiro. Existem sob a jurisdição paroquial dois templos, sendo um dedicado ao Menino Deus e outro a Nossa Senhora de Lourdes.
Sua denominação original era Utuva, depois Viúva, Alto do Bode, Alto Santo da Viúva e, desde 1938, Alto Santo.
Origem topônimo:  Parece vir de Utuva ou, mais precisamente, de Utuba e significa “Água Abundante”. de U o Y (água) e tuba (quantidade).

Gentílico - alto-santense

Localização
Localização de Alto Santo

Veja no site: http://www.ceara-turismo.com/mapas/mapa-politico.htm a localização da cidade.

FONTE: Site da prefeitura da cidade.

A fé não falha

Nesta Sexta-Feira da Paixão, indicamos sites onde é possível rezar, fazer promessas, acender velas, ouvir pregações, ler a Bíblia, anunciar graças alcançadas...

Bíblia Católica
www.bibliacatolica.com.br
Disponibiliza versões da Bíblia Católica em vários idiomas (além de Português tem em Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, Latim, Grego, Alemão, Croata, Húngaro e Finlandês). É só escolher o livro e o capítulo.

Lugar Sagrado
Mais um site poliglota (está disponível em 18 idiomas além do Português). Oferece uma oração para cada dia do ano. A ideia é que o internauta passe dez minutos rezando, inclusive indica uma leitura bíblica escolhida especialmente para a data.

Santuário de Nossa Senhora Aparecida
Neste endereço oficial do Santuário de Nossa Senhora Aparecida é possível desde acender velas virtuais a rezar o terço virtual, ou ainda enviar intenção de missa e ler sobre o santo do dia.

Acenda uma vela
Site dedicado a promover o ato de acender velas virtuais. Também é um site poliglota (para lê-lo em Português selecione o idioma na coluna à direita da tela quando acessar o site). É possível marcar suas iniciais na vela, para que você possa encontrá-la de novo, assim como escrever uma dedicatória, juntá-la a um grupo específico, ou criar um novo grupo.

Padre Marcelo
Site oficial do Padre Marcelo Rossi. Nele, estão disponíveis ao internauta uma capela virtual, uma web rádio e uma web TV. Para navegar por estes conteúdos é necessário fazer um cadastro.

Pai Eterno
Site oficial do Santuário do Divino Pai Eterno (Trindade-GO). Disponibiliza velas virtuais, novenas online, pregações em MP3 e papéis de Parede, além da Bíblia Sagrada.

Área Jesus
Disponibiliza 14 versões da Bíblia (algumas para download), novenas, história de vida dos santos, terços e orações online.

Bíblia Web
A Bíblia Sagrada na ítnegra tanto em HTML quando em formato PDF. Oferece também o “Versículo do Dia”.

Sagrado Coração de Jesus
Site oficial da Associação Apostulado do Sagrado Coração de Jesus. Nele é possível publicar graças alcançadas e ter acesso a 23 orações diferentes (desde o Terço da Divina Misericórdia ao Ato de Consagração das Famílias ao Sagrado Coração de Jesus, passando pela Ladainha do Imaculado Coração de Maria).

Vela Virtual
O site possibilita que o internauta acenda uma vela virtual e deixe seus pedidos registrados nos livros de orações durante sete dias. Também é possível avisar aos amigos que uma vela foi acesa.

São Frei Galvão
É preciso de cadastro prévio para navegar pelo site do primeiro santo brasileiro. Entre os serviços oferecidos, “Pílulas da Fé”, “Vela de Frei Galvão”, registro de graças alcançadas e web cards.

Capela Virtual do padre Reginaldo Manzotti


O portal oficial do padre Reginaldo Manzotti disponibiliza os canais de Novena Virtual, Vela Virtual, Oração e Conforto (reunião de várias preces e orações tanto para louvar, dar graças ou pedir a Deus pela sua intenção), Bíblia Virtual e Pedidos de Oração.


Self Realization Fellowship
Site oficial,  lá é possível ver mais informações sobre a Self, pedir orações.

Site em português sobre Paramahansa Yogananda

Site do grupo de Fortaleza:
http://www.srffortaleza.org/


Fonte: Jornal O POVO.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Cidade do Ceará

Quixadá
Há controvérsia em torno do significado do topônimo Quixadá Eusébio de Sousa, em sua Memória sobre o Município de Quixadá, aponta nada menos de seis versões: "vocábulo de origem guarani, que significa pedra de ponta curvada (Pompeu Sobrinho); corruptela da expressão "queixada", porco do mato que abundou na região; quintal  de rochas, “Oh! Eu sou o Senhor (Martius, apud Paulinho Nogueira); terra de queixa; e problematicamente "rio " ou "riacho" (Teodoro Sampaio).
Toda a zona ribeirinha do rio Sitia - o Gueiru dos indígenas - era habitada pelos índios tapuias canindés, que aos poucos, foram abandonando a região, a medida que seus domínios eram conquistados pelos brancos. Os primeiros civilizados que devassaram aquelas terras fizeram-no pelo Baixo-Jaguaribe - primeiro, o afluente Banabuiú e em seguida o Sitiá - , objetivando a conquista de novas áreas  para a criação de gado. Datam de 1698 as primeiras concessões de terras feitas naquelas plagas. No entanto, sua ocupação efetiva só teve início em 1705, quando Manoel Gomes de Oliveira, André Moreira de Barros e outros, nelas conseguiram penetrar, vencida a hostilidade indígena.
Em 1747, José de Barros Ferreira adquiriu o Sitio Quixadá, instalando uma fazenda de gado, ali se formou um pequeno núcleo de população. Dia a dia, o lugarejo foi prosperando, impondo-se a ereção de uma capelinha. Construída em 1770, a Capela teve como padroeiros Jesus-Maria José. De 1886 para cá, a pequena Capela se foi transformando aos poucos na Igreja Matriz atual. Entre os anos de 1860 e 1863 foram criadas as primeiras escolas públicas.
Em 27 de outubro de 1870, Quixadá foi desmembrado de Quixeramobim, tornou-se município, sendo o fazendeiro Laurentino Belmonte de Queiroz o primeiro prefeito no período de 1871 a 1873.

Gentílico - quixadaense

Localização
Localização de Quixadá

Veja no site: http://www.ceara-turismo.com/mapas/mapa-politico.htm a localização da cidade.

FONTE: Site da prefeitura da cidade.

A história do livro


Que é o livro? Para fins estatísticos, na década de 1960, a UNESCO considerou o livro "uma publicação impressa, não periódica, que consta no mínimo 48 páginas, sem contar as capas".
O livro é uma produção industrial.
Mas também é mais do que um simples produto. O primeiro conceito que deveríamos reter é o de que o livro como objeto é o veículo, o suporte de uma informação. O livro é uma das mais revolucionárias invenções do homem.


O livro na Antiguidade
Antes mesmo que o homem penasse em utilizar determinados materiais para escrever (como, por exemplo, fibras vegetais e tecidos), as bibliotecas da Antiguidade estavam repletas de textos gravados em tabuinhas de barro cozido. Eram os primeiros "livros", depois progressivamente modificados até chegarem a ser feitos - em frandes tiragem - em papel impresso mecanicamente, proporcionando facilidade de leitura e transporte.

Tabuleta de argila escrita em língua suméria e datado entre 2400-2200 a.C.
Com eles, tornou-se possível, em todas as épocas, transmitir fatos, acontecimentos históricos, descobertos, tratados, códigos ou apenas entretenimento.
Como sua fabricação, a função do livro sofreu enormes modificações dentro das mais  diversas sociedades, a ponto de constituir uma mercadoria especial, como técnica, intenção e utilização determinadas. No moderno movimento editorial das chamadas sociedades de consumo, o livro pode ser considerado uma mercadoria cultural, com maior ou menor significado no contexto socioeconômico vendido ou trocado. Isso não ocorre, porém, com sua função intrínseca, insubstituível: pode-se dizer que o livro é essencialmente um instrumento cultural de difusão de ideias, transmissão de conceitos, documentação (inclusive fotográfica e iconográfica), entretenimento ou ainda de condensação e acumulação do conhecimento. A palavra escrita venceu o tempo, e o livro conquistou o espaço. Teoricamente, toda a humanidade pode ser atingida por textos que difundem ideias que vão de Sócrates e Horácio a Sartre e McLuhan, de Adolf Hitler a Karl Marx.


Espelho da sociedade 
A história do livro confunde-se, em muitos aspectos, com a história da humanidade. Sempre que escolhem frases e temas, e transmitem ideias e conceitos, os escritores estão elegendo o que consideram significativo no momento histórico e cultural que vivem. E assim, fornecem dados para a análise de sua sociedade. O conteúdo de um livro - aceito, discutido ou refutado socialmente - integra a estrutura intelectual dos grupos sociais.
Nos primeiros tempos, o escritor geralmente vivia em contato direto com seu público, que era formado por uns poucos letrados, já cientes das opiniões, ideias, imaginação e teses do autor, pela própria convivência que tinha com ele. Muitas vezes, mesmo antes de ser redigido o texto, as ideias nele contidas já haviam sido intensamente discutidas pelo escritor e parte de seus leitores. Nessa época, como em várias outras, não se pensava na enorme porcentagem de analfabetos. Até o século XV, o livro servia exclusivamente a uma pequena minoria de sábios e estudiosos que constituíam os círculos intelectuais (confinados aos mosteiros durante o começo da Idade Média) e que tinham acesso às bibliotecas, cheias de manuscritos ricamente ilustrados.

Manuscrito Vienna Genessis, A Partida de José 
Com o reflorescimento  comercial europeu, nos fins do século XIV, burgueses passaram a integrar o mercado livreiro da época. A erudição laicizou-se e o número de escritores aumentou, surgindo também as primeiras obras escritas em línguas que não o latim e o grego (reservadas aos textos clássicos e aos assuntos considerados dignos de atenção). Nos séculos XVI e XVII, surgiram diversas literaturas nacionais, demostrando, além de do florescimento intelectual da época, que a população letrada dos países europeus estava mais capacitada a adquirir obras escritas.


Cultura e comércio
Com o desenvolvimento do sistema de impressões de Gutenberg, a Europa conseguiu dinamizar a fabricação de livros, imprimindo, em cinquenta anos, cerca de 20 milhões de exemplares para uma população de quase 10 milhões de habitantes, cuja maioria era analfabeta. Para a época, isso significou enorme revolução, demostrando que a imprensa só se tornou uma realidade siante de necessidade social de ler mais. 

Bíblia de Gutemberg
Impressos em papel, feitos em cadernos costurados e posteriormente encapados, os livros tornaram-se empreendimento cultural e comercial: os editores passaram logo a se preocupar com melhor apresentação e redução de preços. Tudo isso levou á comercialização do livro. E os livreiros baseavam-se no gosto do público para imprimir, principalmente obras religiosas, novelas, coleções de anedotas, manuais técnicos e receitas.

Mas a porcentagem de leitores não cresceu na mesma proporção que a expansão demográfica mundial. Somente com as modificações socioculturais e econômicas do século XIX - quando o livro começou a ser utilizado também como meio de divulgação dessas modificações e o conhecimento passou a significar uma conquista para o homem, que, segundo se acreditava, poderia ascender socialmente se lesse - houve um relativo aumento no número de leitores, sobretudo na França e na Inglaterra, onde alguns editores passaram a produzir obras completas de autores famosos, a preços baixos.

 O livro era então interpretado como símbolo de liberdade, conseguida por conquistas culturais. Entretanto, na maioria dos países, não houve nenhuma grande modificação nos índices porcentuais até o fim da Primeira Guerra Mundial (1914/18), quando surgiram as primeiras grandes tiragem de um só livro, principalmente romances, novelas e textos didáticos. O número elevado de cópias, além de baratear o preço da unidade, difundiu ainda mais a literatura. Mesmo assim, a maior parte da população de muitos países continuou distanciada, em parte, porque o livro, em si, tinha sido durante muitos séculos considerado objeto raro, atingível somente por um pequeno número de eruditos. A grande massa da população mostrou maior receptividade aos jornais, periódicos e folhetins, mais dinâmicos e atualizados, e acessíveis ao poder aquisitivo da grande maioria. Mas isso não chegou a ameaçar o livro como símbolo cultural de difusão de ideias, como fariam, mais tarde, o rádio, o cinema e a televisão.
A Bíblia de Gutenberg
Prensa móvel.  A Bíblia foi a primeira obra a ser impressa com caracteres móveis.
O advento das técnicas eletrônicas, o aperfeiçoamento dos métodos fotográficos e a pesquisa da comunicação de massa pensarem em um futuro sem os livros tradicionais (com  seu formato quadrado ou retangular, composto de folhas de papel, unidas umas às outras por um dos lados). Seu conteúdo e suas mensagens (racionais ou emocionais) seriam transmitidos por meios, como por exemplo microfilmes e fitas gravadas.

A televisão transformaria o mundo todo em uma grande "aldeia" (como afirmou Marshall McLuhan), no momento em que todas as sociedades decretassem sua prioridade em relação aos textos escritos. Mas a palavra escrita dificilmente deixaria de ser considerada uma das mais importantes heranças culturais, entre todos os povos.

Através de toda a sua evolução, o livro sempre pôde ser visto como objeto cultural (manuseável, com forma entendida e interpretada em função de valores plásticos) e símbolo cultural (dotado de conteúdo, entendido e interpretado em função de valores semânticos). As duas maneiras podem fundir-se no pensamento coletivo, como um conjunto orgânico (onde texto e arte se completam, como por exemplo, em um livro de arte ou apenas como um conjunto textual) onde mensagem escrita vem em primeiro lugar - em um livro de matemática, por exemplo.

A mensagem (racional, prática ou emocional) de um livro é sempre intelectual e pode ser revivida a cada momento. O conteúdo, estático em si, dinamiza-se em função da assimilação das palavras pelo leitor, que pode discuti-las, reafirmá-las, negá-las ou transformá-las. Por isso, o livro pode ser considerado instrumento cultural capaz de libertar informação, sons, imagens, sentimentos e ideias através do tempo e do espaço. A quantidade e a qualidade de ideias colocadas em um texto podem ser aceitas por uma sociedade, ou por ela negadas, quando em choque com conceitos ou normas culturalmente admitidos.

Nas sociedades modernas, em que a classe média tende a considerar o livro como sinal de status e cultura (erudição), os compradores, utilizam-se como símbolo mesmo, desvirtuando suas funções ao transformá-lo em livro objeto. Mas o libro é, antes de tudo, funcional - seu conteúdo é que lhe dá valor (como os livros de ciências, filosofia, religião, artes, história e geografia, que representam cerca de 75% dos títulos publicados anualmente em todo o mundo).


O mundo ler mais
No século XX, o consumo e a produção de livros aumentaram progressivamente. Lançado logo após a Segunda Guerra Mundial (1939/45), quando uma das características principais da edição de um livro eram as capas entrelaçadas ou cartonadas, o livro de bolso constituiu um grande êxito comercial. As obras - sobretudo  best sellers publicados algum tempo antes em edições de luxo - passaram a ser impressas em rotativas, como as revistas, e distribuídas às bancas de jornal. Como as tiragens elevadas permitiam preços muito baixos, essas edições de bolso popularizaram-se e ganharam importância em todo o mundo.

Mulher Lendo - Picasso
Até 1950, existiam somente livros de bolso destinados a pessoas de baixo poder aquisitivo; a partir de 1955, desenvolveu-se a categoria do livro de bolso "de luxo". As características principais destes últimos eram a abundância de coleções - em 1964 havia mais de duzentas, nos Estados Unidos - e a variedade de títulos, endereçados a um público intelectualmente mais refinado. A essa diversificação das categorias adiciona-se a dos pontos de venda, que passaram a abranger, além das bancas de jornal, farmácias, lojas, livrarias, etc. Assim, nos Estados Unidos, o número de títulos publicados em edições de bolso chegou a 35 mil em 1969, representando quase 35% do total dos títulos editados.

Fonte: Editora Martin Claret 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Cidade do Ceará

Palhano
Palhano tem sua histórica, parte documentada e parte em versão popular. Os mais velhos residentes dessa ribeira afirmam ter sido um senhor por nome José Palhano, o primeiro morador desta região. Como andava caçando, chegou neste local à margem esquerda do rio e achando um lugar ideal para morar, fixou-se ali, tempos depois já havia um pequeno número de moradores.
A cidade é banhada por uma afluente do rio Jaguaribe, este nasce na serra Azul, em Quixadá e atravessa outros municípios, antes de adentrar o território Palhanense e depois deságua no trecho do Jaguaribe em Itaiçaba.
           Pelos dados apanhados o cidadão José Palhano, como o primeiro habitante do local, teria encravado no local uma Cruz, sendo benta pelo o Frei Davi, pregando missões em 1901. Esta foi a razão porque ficou sendo Cruz de Palhano. Depois passou a chamar-se Vila Palhano.
Apesar dessas informações serem de cunho popular, elas traduzem um fundo de verdade, quando vemos Datas e Fatos para História do Ceará, página 188, o registro de uma sesmaria de três léguas de terra, concedidas em 24 de outubro de 1733, ao Coronel Manuel Gonçalves de Souza e ao Tenente Coronel Estevão e Souza Palhano, descobridores do Riacho da Cruz.
Igualmente em 11 de março de 1734, era concedida três léguas de terra no Riacho Bonhu, ao Capitão Antonio da Silva Cruz, pelo Capitão-mor Leonel de Abreu de Lima de acordo com registro nos Anais Arquivo Publico do Estado do Ceará.
Daí não se sabe precisamente se o topônimo Cruz de Palhano vem do fato histórico de haver aquele Senhor Estevão de Souza Palhano e seu companheiro descoberto o Riacho da Cruz naquela época, ou se Cruz vem do sobrenome do segundo morador do lugar Antonio da Silva Cruz, ou ainda da versão popular do primeiro morador destas plagas Senhor José Palhano e do Cruzeiro bento pelo Frei Davi, no principio do século.
No ano de 1958 foi elevada à categoria de município. A prefeitura de Palhano foi instalada no dia 15 de maio de 1958.

Gentílico - palhanense

Localização
Localização de Palhano

Veja no site: http://www.ceara-turismo.com/mapas/mapa-politico.htm a localização da cidade.

FONTE: Site da prefeitura da cidade.
“Poucas pessoas procuram descobrir a mão oculta do Senhor. A maior parte delas considera o curso dos acontecimentos natural e inevitável. Mal sabem que mudanças radicais são possíveis por meio da oração!”

Assim Falava Paramahansa Yogananda

Foto: “A maioria das pessoas não leva a religião a sério. Relega-se ao reino da imaginação e da fantasia. Na Índia, aprendemos o uso prático da religião. Não dizemos: “Ora, descobrirei tudo sobre Deus no além.” Queremos descobrir Deus agora.”

Paramahansa Yogananda, A Eterna Busca do Homem

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Cidade do Ceará

Baixio
Existia uma fazenda situada no município de Umari que a partir de 1922 veio a ser tornar núcleo mais populoso em virtude da construção do ramal da estrada de ferro da Rede de Viação Cearense (RVC). A lei nº 1794 suprimiu o município de Umari e o decreto nº 193, de 20 de maio de 1931 o restaurou com o nome Baixio, sendo sua sede transferida para a povoação de Baixio no ano seguinte. Efetivou-se a mudança, em obediência ao disposto no decreto nº 650, de 30 de junho de 1932, sendo o povoado erigido em vila. A vila e o município passaram a ter o mesmo topônimo: Baixio.
O topônimo Baixio vem do Português e foi dado a este município devido a acidentes geográficos caracterizados por áreas inundadas.

Gentílico - baixiense

Localização
Localização de Baixio

Veja no site: http://www.ceara-turismo.com/mapas/mapa-politico.htm a localização da cidade.

FONTE: Site da prefeitura da cidade.

domingo, 1 de abril de 2012

Cidade do Ceará


Tabuleiro do Norte
Numa elevação arenosa e plana, estendendo-se até a Chapada do Apodi, nasceu o município, inicialmente chamado Tabuleiro da Areia. Foi elevado à categoria de sede, distrito de Limoeiro do Norte.Um templo foi erguido entre os anos de 172 e 1730 em homenagem à Nossa Senhora das Brotas. É jurisdição da Paróquia do Bispado de Limoeiro do Norte.
Elevado à categoria de município com a denominação de Tabuleiro do Norte, pela lei estadual nº 3815, de 13 de setembro de 1957.
O topônimo Tabuleiro do Norte é uma alusão ao tipo do solo encontrado no município: solo arenoso (tabuleiro) e morte para diferenciar este município de Tabuleiro, no estado de Minas Gerais.

Gentílico - tabuleirense

Localização
Localização de Tabuleiro do Norte

Veja no site: http://www.ceara-turismo.com/mapas/mapa-politico.htm a localização da cidade.

FONTE: Site da prefeitura da cidade.