segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Possibilidades, chances e decisões

Ontem assisiti a um filme muito bom, daqueles que à primeira vista não prendem a atenção mas se tornam surpreendentes. Não sei qual é o nome em português, mas em inglês é 3 Times A Charm. Fiquei muito pensativa e quero compartilhar aqui com vocês minhas ideias.


Bem, o filme fala de Emma, ​​a editora estudiosa do jornal da escola, que é tentada pelo garoto mais popular da escola e por quem é apaixonada, Chris Duval, a enganar a sua professora/orientadora , pondo em xeque seus valores pessoais. Ela conhece uma moradora de rua estranha que lhe presenteia com um colar mágico. Esse colar tem o poder de  dar três chances à Emma de ter a mesma experiência, para ela poder fazer o que considera ser a melhor atitude. Cada chance desenvolve diversas experiências, com consequências boas e ruins.



Durante o curso de nossas vidas, tomamos milhões de decisões que criam uma cadeia de eventos. Alguns terminam bem e outros nem tanto. Esses eventos são experiências, que coletamos e tiramos alguma lição delas. Isso é amadurecimento. Se deixarmos essas experiências acontecerem e não analisá-las, estamos fadados a repetí-las e o crescimento fica estagnado. O filme até cita a frase " Quem não recorda o passado está condenado a repetí-lo", de Jorge Santayana.

Não é raro nos arrependermos de atitudes, de palavras ditas ou não ditas, e de ações impensadas. Às vezes não raciocinamos e ignoramos a voz da nossa consciência, que nos alerta para o que pode acontecer.Somos responsáveis pelas consequências, quer aceitemos ou não. Lembre que nem sempre a vida nos concede três chances.


Érika Oliveira.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


Todos os grandes mestres afirmam que dentro deste corpo está a alma imortal, uma centelha Daquilo que tudo sustenta. 

v v v 

De onde provém a nossa verdadeira personalidade? Vem de Deus. Ele é Consciência Absoluta, Existência Absoluta e Bem-aventurança Absoluta. (...) Concentrando-se internamente, você pode sentir, de um modo direto, a divina bem-aventurança de sua alma dentro de você, e fora também. Se puder manter-se nessa consciência, sua personalidade externa vai-se desenvolver e vai tornar-se atraente a todos os seres. A alma é feita à imagem de Deus e quando nos estabelecemos na consciência da alma, nossa personalidade começa a refletir a Sua bondade e beleza. Essa é a sua verdadeira personalidade. Quaisquer outras características que você exiba são uma espécie de enxerto – elas não são o verdadeiro “você”. 

v v v 

O ímpeto para ser e fazer o que seja o mais nobre, o mais belo do que sejamos ca-pa--zes é a mola propulsora de todas as realizações elevadas. Empenhamo-nos pela perfeição aqui na Terra porque ansiamos por recuperar nossa unidade com Deus. 

v v v 

A alma é absolutamente perfeita, mas quando se identifica com o corpo, como ego,2 as imperfeições humanas distorcem sua expressão. (...) A yoga nos ensina a conhecer a natureza divina em nós mesmos e nos outros. Por meio da meditação iogue podemos ter consciência de que somos deuses.3 

v v v



Escrito por Paramahansa Yogananda, Extraído do livro Onde Existe Luz.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Não se deve permitir que o comportamento dos outros roube nossa paz mental. É difícil para qualquer um manter-se mentalmente calmo e segurar a língua quando é irritado pelos outros, mas nenhum ser humano pode passar a vida de modo exitoso dizendo a cada pessoa que o moleste como se comportar. Conselho não solicitado cria enorme ressentimento. Não se deve tentar impor sua vontade ou ideias àqueles que estão à sua volta, a menos que eles tenham solicitado tal orientação.

Escrito por Sri Daya Mata, extraído do livro Só o Amor. 


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Bairro Pici



Há pouco mais de duas décadas, um grupo de mulheres se organizava para invadir um terreno na região do Pici. Entre elas, estava Zelma Venâncio da Silva, hoje conselheira fiscal da Associação dos Moradores do bairro. Ela recorda que, no início, existia um grupo pequeno de moradores de diferentes bairros de Fortaleza que faziam reuniões para discutir como seria concretizada a ação. “Aqui não tinha nada, só uns campos de futebol”, recorda. Apesar de não lembrar precisamente a data, ela diz que a invasão aconteceu durante a noite.

Outra participante do grupo era a professora Joana Rocha, 51. Ela comenta que a notícia se espalhou rápido e, quando menos se esperou, o número de barracos havia crescido assustadoramente. Segundo matéria do jornal O POVO, na época, a ocupação, de início, contava com cerca de 500 pessoas. “Começou com barracos de lona e taipa. E faziam muito medo pra gente, dizendo que ia sair na peia”, relata Joana.



Os próprios ocupantes começaram a se organizar para evitar que a situação fugisse ao controle. “O (nosso) medo era de se tornar uma favela grande”, diz Zelma. Assim, eles começaram a se organizar. O grupo planejava, por exemplo, o desenho e o nome das ruas do futuro bairro que, nos dois primeiros anos, ficou conhecido como Riacho Doce.

O improviso no planejamento explica a formação das ruas estreitas e sinuosas existentes hoje no Pici. Depois de garantir a posse das casas, os moradores tiveram que lutar muito para conseguir água, saneamento, pavimentação e transporte. “Aqui os moradores são muito conscientes”, garante Zelma.

De acordo com os moradores, o terreno invadido era utilizado como base aérea americana na década de 1940, durante a 2ª Guerra Mundial. Período que os moradores costumam se referir como “nos tempos dos americanos”.

Inclusive, a presença estrangeira gera uma contradição em relação a origem do nome do bairro. De acordo com Zelma, a base era chamada de Post Command (PC). A sigla tem a sonoridade “pi” e “ci”. Porém, o memorialista Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) esclarece que as origens do nome são bem mais antigas. Por volta de 1870, havia um sítio na região pertencente a família Braga. Segundo Nirez, o proprietário leu o romance Iracema, de José de Alencar, e fez uma homenagem aos protagonistas Peri e Ceci. Assim, decidiu chamar o sítio de Peci. “Depois, com a mudanças de ortografia, ficou (conhecido como) Pici”, explica.

A presença militar norte-americana fez com que surgisse até uma lenda do bairro. A dona de casa Maria Martene, 59, diz que há o boato de que “aviões estão enterrados no bairro”. Outro causo do Pici ganhou as páginas do O POVO em 1954. A matéria de Edmundo de Castro relatava a possível existência de um tesouro escondido no Pici. “Presume-se que naquele bairro encontre-se um subterrâneo abarrotado de ouro e outros metais deixados pelos holandêses”, começava o texto.

Segundo a matéria, as primeiras escavações foram feitas em 1918, quando o então proprietário Pedro Filgueiras Lima teve um sonho com o tesouro. Porém, só foram encontrados mármores com escritos estrangeiros e outros objetos. A notícia, na época, provocou uma verdadeira “romaria ao Pici”. Porém, nada foi encontrado e a escavação foi proibida pelo então presidente João Thomé, após uma tentativa frustrada do governo em comprar o terreno. Hoje, pode-se dizer que o tesouro do Pici é o próprio povo.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Os seres humanos fracassam em seus relacionamentos pessoais quando deixam de ter respeito um pelo outro; o marido pela mulher, a mulher pelo marido, os filhos pelos pais e os pais pelos filhos. Os relacionamentos humanos se deterioram quando falta a amizade. Sem amizade, o amor entre marido e mulher, filhos e pais, é logo destruído. A amizade dá liberdade à outra pessoa para expressar a si mesma e à sua própria identidade única. 

Quando existe completo entendimento e comunicação entre duas almas, há amizade autêntica e amor verdadeiro. Quando as pessoas aprendem a conservar a amizade, o respeito e a consideração em seus relacio- namentos maritais, paternais, maternais e outros, nunca abusarão um do outro nem se magoarão por causa de tal abuso. 

Você pode dizer: “Sim, seria ideal se meu esposo (ou esposa, ou filhos) fizesse justamente isso!” Por que não começar por você? Faça sua parte; deixe os outros nas mãos de Deus.


Escrito por Sri Daya Mata, extraído do livro Só o Amor.

sábado, 20 de fevereiro de 2016


Quando começamos a entender o ser total que o homem é, compreendemos que ele não é um simples organismo físico. Dentro dele há muitos poderes, cujo potencial emprega, em grau maior ou menor, para se adaptar às condições deste mundo. É muito maior esse potencial do que imagina o homem comum. 

v v v 

Por trás da luz de cada pequena lâmpada há uma grande corrente dinâmica; sob cada pequena onda existe o vasto oceano que se tornou nas nu-me-rosas ondas. Assim é com os seres humanos. Deus criou todos os homem à Sua imagem e deu liberdade a cada um deles. Mas você esquece a Fonte de seu ser e o poder sem igual de Deus que é intrínseco a você. As possibilidades deste mundo são ilimitadas; o progresso potencial do homem é ilimitado. 

v v v 

O Você real é a prolífica Fonte de todo o poder, mas o você cotidiano é só um fragmento do que pode ser exteriorizado e manifestado. O Você básico é infinito em potencialidade. 

v v v 

Você é muito maior do que qualquer coisa ou do que qualquer pessoa que você ansiou ser. Deus manifesta-Se em você de um modo como não Se manifesta em nenhum outro ser humano: sua face é diferente da de qualquer outra pessoa; sua alma é diferente da de qualquer outra pessoa. Você basta a si próprio, pois dentro de sua alma está o maior de todos os tesouros: Deus.




Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A vida não é exata

A vida não é matemática. Todos sabemos que 1+1=2. E sabemos também que, se você tem uma maçã e eu te dou outra, você tem duas maçãs. Mas o que acontece se uma dessas maçãs tiver um bichinho dentro?

Em cálculo aprendemos a calcular como será o gráfico de uma função com detalhes, bem como a área dentro de seus limites. E se você fizer certinho, todas as vezes que fizer o mesmo cálculo, a resposta será a mesma. Mas, na vida nem sempre é assim. Nem sempre quando a gente se prepara, se planeja, mentaliza de forma positiva, aquilo dá certo.

Afirma-se que basta você traçar sua meta ou objetivo, fazer um planejamento assertivo e realizar tudo aquilo que foi programado, você vai alcançar o resultado exatamente como esperado. Mas e quando isso não acontece?


Um acontecimento assim é o que mais boicota o sucesso das pessoas. Às vezes o que planejamos não acontece e muita gente se desespera. " Ah, mas eu fiz do jeito certo, porque não funcionou? " Ah, mas não tinha erro, o que aconteceu?" Nunca mais vou acreditar em força do pensamento positivo, mentalização positiva não existe e blá blá blá."; "Deus não me ouviu! ";"Eu achava que podia, mas não fui capaz." É isso o que acontece: as pessoas deixam de acreditar em si mesmas por conta de um erro,  desistem , ou pior , desacreditam que Deus está sempre por perto ajudando, orientando e guiando.

Se as sementes do seu trabalho e esforço não trouxeram os frutos que você esperava, será que você não estava com sementes de milho tentando plantar feijão? Os detalhes fazem toda a diferença. É como receita de bolo. Se você achar que colocar não colocar o leite vai fazer o bolo ficar mais sequinho, o resultado é um bolo bem duro que pode até ficar tão duro quanto um pedaço de rapadura. :)

Mas e quando a semente usada foi a correta? E o quando o leite estava na medida certa?



Não se desespere. Deus às vezes não realiza nossas preces por estas não serem o melhor para nós. Permita que Deus guie sua vida e se esforce ao máximo que você puder. Só assim você sentirá que está fazendo a coisa certa. Ouvir a orientação da Mãe Divina, deixar que ela segure sua mão e que ela te leve no caminho certo é a melhor maneira de viver. Lembre sempre que, se aquilo que você se esforçou tanto não aconteceu,  você deixou algum detalhe de lado ou tem algo bem melhor mais à frente ou até mesmo em um outro momento futuro. E observe os sinais da vida para compreender o que aconteceu.


Érika Oliveira

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Bairro Conjunto Palmeiras

“Aqui existe um povo de coragem e lutador!”. A afirmação da pensionista Marinete Brito da Silva, 64, serve para resumir o perfil dos moradores do Conjunto Palmeiras. Povo que ela conhece bem, pois mora no bairro há quase 40 anos e foi a segunda presidente da associação dos moradores.
A história do bairro mostra que a capacidade de luta é como se fosse algo já entranhado no DNA dessa gente. Os primeiros moradores chegaram em 1973. Segundo a coordenadora pedagógica e de projetos do Instituto Palmas, Neide Costa, a maioria das famílias era oriunda da faixa litorânea de Fortaleza - por exemplo, Beira Mar.

“Tiraram várias famílias e jogaram para cá. Sem nenhuma estrutura. Quando elas chegaram, só encontraram lama e mato”, diz. E também muita carnaubeira e palmeira, o que inspirou o batizado do conjunto. As famílias começaram a construir barracos em regime de mutirão. Muitos dos antigos pescadores tiveram que buscar o sustento no lixão do Jangurussu. “Para eles, foi um choque cultural muito difícil”, comenta Neide.

Dona Marinete lembra que, naquela época, era tudo muito difícil: não tinha água, energia, saneamento, infraestrutura. Ela guarda na memória a existência de apenas um ônibus para atender todos os moradores.

Com tantas dificuldades, os moradores se deram conta da necessidade de organização. “De 1979 para 1980, a gente começou a se organizar. As primeiras reuniões foram aqui na minha casa”, relembra. Na década de 1980, também chegaram os primeiros seminaristas ligados ao movimento chamado “Padres da Periferia”, inspirado nos ideais da Teologia da Libertação. O objetivo deles era contribuir na transformação social das comunidades carentes a partir da auto-organização. Um dos seminaristas era Joaquim Melo, hoje coordenador do Banco Palmas.

A primeira grande conquista dos moradores foi a energia elétrica. Antes, a iluminação das casas era feita por lamparinas. Depois, veio a luta pela água tratada. “A gente só conseguia água em carroça e era muito caro”, lembra Marinete. Por ironia, a tubulação que levava água do açude Gavião para Fortaleza passava pelo Conjunto Palmeiras. “Ameaçamos quebrar os canos e conseguimos a instalação da rede de água”, relembra Neide.

No início da década de 1990, foi realizado o seminário “Habitando o inabitável”, considerado por Joaquim Melo como “o primeiro grande pacto social para urbanizar o bairro, com saneamento, praça e vias. Tudo feito em mutirão comunitário”.

Depois, foi detectada a necessidade de promover a geração de renda no bairro. Em 20 de janeiro de 1998, surge o Banco Palmas, que, por meio do microcrédito e da criação de uma moeda própria - o palmas -, promoveu o desenvolvimento econômico do Conjunto Palmeiras. A experiência de banco comunitário, na época, era inovadora.

Não há dúvidas de que o bairro melhorou muito ao longo do tempo. Mas, hoje, dona Marinete está um tanto decepcionada e considera que o povo “está acomodado”. Mas ela tem um sonho. Ver o Conjunto Palmeiras emancipado como município. “Iria melhorar porque as verbas e os impostos ficariam aqui”, pondera. Pode até parecer algo improvável, mas quem ousaria duvidar da capacidade do Conjunto Palmeiras em construir essa história nos próximos 40 anos?

Bairro Álvaro Weyne


Nem só com o nome de famosos, autoridades ou heróis são batizadas as ruas e praças de Fortaleza. Pessoas comuns podem deixar marcas profundas na comunidade onde viveram. Por isso, também merecem ser homenageadas.


Esse é o caso de José Ribamar dos Santos, que hoje dá nome a uma praça na rua Morumbi, no bairro Álvaro Weyne. Graças ao trabalho e insistência dele, os moradores podem usufruir do espaço para conversar, brincar com as crianças e, até mesmo, estender roupas no varal.

No fim da década de 1960, a pequena rua Morumbi era habitada por poucas casas. Um riacho passava aos fundos. O mato e areia tomavam conta de um terreno localizado no centro da via.

Mais ou menos nesse período, José Ribamar deixou a cidade de Paraipaba (a 93 km de Fortlaeza) para tentar a vida na Capital. Em 1973, ele casa-se com Maria Aguiar - companheira de toda a vida. É ela quem narra toda a trajetória de vida do marido.

José começou a cuidar do terreno. Tinha cismado que ali deveria ser uma praça. Com os colegas, arranjou um trator e fez um descampado. Até que uma invasão tomou conta do local. Depois de muita luta, os barracos foram retirados e a população voltou a construir a praça. Aos poucos, os moradores plantaram árvores, colocaram bancos, improvisaram um meio-fio.

Até que a Prefeitura de Fortaleza construiu, de fato, a praça - em formato triangular. Hoje, os moradores queixam-se do abandono. “Quando ninguém sabia da praça era muito bom. Ela era linda”, afirma dona Maria.

Ribamar faleceu em 2001, aos 53 anos. Morou por mais de 30 anos no bairro Álvaro Weyne. Recebeu uma homenagem mais do que justa dos demais moradores pois, sem o esforço dele, provavelmente a praça não existiria.

O nome do bairro é inspirado no ex-prefeito de Fortaleza Álvaro Weyne, que comandou a cidade entre 1928 e 1930 e, depois, entre 1934 e 1936. Em matéria publicada no O POVO nos Bairros, que visitou o bairro em 1994, é informado que Álvaro Weyne era conhecido como “o prefeito das flores”. Segundo o texto de Ivonilo Praciano, a fama é justificada pela preocupação do ex-prefeito “com a arborização da cidade e de construir nas praças públicas verdadeiros jardins floridos”.

Segundo o presidente da Associação dos Moradores do Fim da Linha do Álvaro Weyne (Amflaw), Gevacir Ferreira, o projeto O POVO nos Bairros foi um marco importante para a comunidade. Nele, os moradores puderam resgatar a própria história e comemorar, pela primeira vez, o aniversário do bairro. “Hoje é uma festa tradicional, que reúne cerca de 15 mil pessoas”, afirma o presidente. A comemoração acontece, sempre, no último sábado de agosto.

Em 1994, as matérias chamavam a atenção para a desigualdade existente no Álvaro Weyne. Enquanto grandes indústrias existiam no bairro, 70% população era considerada carente. Hoje, boa parte dessas empresas fechou as portas. “Foi um tempo de prosperidade. Mas as indústrias saíram e ficou muita gente desempregada”, recorda dona Maria Aguiar. Hoje, pode-se dizer que o Álvaro Weyne tem um perfil mais residencial e comercial.



Eu vou me banhar com os teus olhos e mergulhar na tua alma . Eu permito que você me aqueça com o sol do seu amor. 

Érika Oliveira

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016



Seja sempre gentil e amoroso. Fuja de pensamentos fúteis, de mesquinharias. Se os outros são indelicados com você, tente conquistá-los com o amor. Se não funcionar, entregue nesse caso o problema a Deus, e esqueça. Essa é a maneira de ser vitorioso neste mundo.

Sri Daya Mata, extraído do livro Só o Amor.



sábado, 6 de fevereiro de 2016

Espelho d’Água da Lagoa de Parangaba


Lagoa da Parangaba

A lagoa da Parangaba é considerada o maior recurso hídrico da Bacia do Rio Maranguapinho. Nos primórdios da cidade, o seu entorno gerou a formação de uma importante aglomeração urbana. A profundidade da lagoa favorece à realização de atividades pesqueiras. Também é conhecida por uma feira em seu entorno onde são vendidos diferentes produtos.

Fonte: Anuário de Fortaleza
Os conhecimentos que queremos ampliar, as viagens que queremos fazer, os propósitos que nos inspiram. 
Sigamos nossos ideais, a flecha que aponta novos horizontes, com disciplina e determinação.
Autor Desconhecido


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Bairro Mondubim



Final do século XIX. Na recém-inaugurada estrada de ferro Baturité, a “Maria Fumaça” passa próxima às margens da lagoa do Mondubim e traz consigo pessoas, mercadorias, comércio e desenvolvimento à região com o mesmo nome. A primeira estação de trem do bairro foi construída em 1875, mas, infelizmente, já foi demolida.

O Mondubim, inclusive, já constava em mapas antigos de Fortaleza, utilizados por portugueses após a expulsão dos holandeses do Ceará, segundo informa o turismólogo Gerson Linhares - que desenvolve projetos que estimulam o resgate e valorização do patrimônio histórico de Fortaleza.

No início, a região era ocupada por chácaras e fazendas. O artista plástico Nilo Firmeza, 93, mais conhecido como Estrigas, morou a vida toda no bairro e conta que a região era muito procurada pelos cearenses, inclusive por enfermos, para passar temporadas.