sábado, 21 de dezembro de 2013

Mensagem do Natal Espiritual


Jesus virá novamente? Metafisicamente ele já está presente. Ele sorri para você em cada flor. Ele sente seu corpo cósmico em cada partícula do espaço. Em cada movimento do sopro do vento está o alento de Jesus. Através de sua unidade com a Divina Consciência Crística, ele está encarnado em tudo o que vive.
Se você tem olhos para perceber, poderá vê-lo no trono de toda criação.

Prepara-te para Ele, decorando uma árvore de Natal em teu interior. Coloca ao seu redor os presentes da calma, o perdão, a nobreza, o serviço, a bondade, a compreensão e a devoção, cada um envolto no papel dourado de boa-vontade e atado com a fita da tua mais pura sinceridade
Permite que o Senhor, na manhã do Natal do teu despertar espiritual, abra magníficos presentes - as oferendas do teu coração.

O Cristo em Jesus viveu entre os homens como um deles, para que também eles pudessem aprender a viver como deuses.

                                                              Yogananda         

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Os tempos mudam...

História da Natividade Contada Através de Mídia Social

Excentric - uma empresa de Lisboa, Portugal - criou um vídeo que conta a história do Natal através do Facebook, Twitter, YouTube e Google, entre outras ferramentas de mídia populares.

Veja o vídeo que  cativou milhões de pessoas



"Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo."

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tradições de Natal

Um pinheiro iluminado, uma ceia farta, missa, alegria e presentes: de onde vêm esses rituais que a gente repete e gosta tanto?


Em todo o mundo, a data é a mesma; 25 de dezembro. Dia dedicado à família, ao espírito de paz e fraternidade. Comemora-se o nascimento de Cristo e pede-se pela boa vontade universal. O sentido  de amor é o mesmo, não importa a língua que o povo fale. O que muda é o jeito de comemorar de cada um.

Na Itália
A grande festa é o almoço do dia 25, quando são trocados presentes na  casado patriarca. O almoço termina sempre com um doce. O mais tradicional é o strufulli, feito com massa frita mel e nozes.

Na Espanha
O mais importante é, sempre, o presépio da família, montado em conjunto por adultos e crianças: a cada ano uma figura nova é acrescentada à cena. À meia-noite, uma vela é acesa junto ao menino Jesus. 

Na Alemanha
A maior parte das famílias mantém a tradição de fazer a "Coroa do Advento", formada por quatro velas acesas nos quatro domingos que antecedem o Natal. Na noite de 24 são tradicionais os cantos natalinos e a árvore decorada com pfeffekuchen, bolachinhas recobertas com glacê colorido.

Na França
A luminosidade é a grande característica do Natal:o fogo da lareira simbolizando aconchego e afeto na família. A influência é tão forte que o doce típico desta festa é o buche, um doce de marzipã coberto com chocolate em forma de árvore.

Nos Estados Unidos
Uma enorme árvore, a cada ano mais cheia de enfeites, marca o Natal dos nortes-americanos. É junto dela que ficamos presentes, para serem abertos na manhã de 25 de dezembro. A reunião da família se faz na hora do almoço, quando a comida tradicional é o peru.

Na Lituânia
Para os lituanos, com forte tradição natalina, a comida é o ponto forte. A ceia, chamada Kúcios, é composta por 12 pratos especiais que simbolizam os 12 apóstolos. Nessa noite são proibidas as bebidas alcoólicas.

O Presépio
O santo protetor dos animais, São Francisco de Assis, se encarregou de armar o primeiro presépio em Greccio, no ano de 1224, preparando-o numa manjedoura comum repleta de feno, com um boi e um asno de verdade ao lado.
Quinze dias antes do Natal, São Francisco deu instruções detalhadas a respeito do que deveria ser feito. Na noite sagrada, os habitantes das proximidades carregavam tochas e entoavam hinos de louvor. Uma missa foi rezada sobre a manjedoura e depois, comovido, o santo pregou aos presentes, falando do nascimento de Cristo num humilde estábulo.

Embora impressionante, a cena não foi única na história. Desde o século 8, um presépio permanente já existia na igreja de Santa Maria de Maggiore, em Roma.
Se São Francisco não chegou a inventar o culto do presépio, não á dúvida que ele e os deus seguidores foram responsáveis pelo início de sua popularidade. Séculos mais tarde, os Jesuítas o incorporaram à igreja e os hábitos católicos de todo o mundo.

 A Árvore
 Foi Martinho Lutero o criador da Igreja Protestante, quem primeiro montou uma árvore de Natal. A ideia ele teve uma noite, ao passar por uma floresta de pinheiro, quando via apenas as estrelas brilhando entre os ramos. Encantado com a beleza da cena, Lutero mandou cortar um pinheiro e enfeitou-o com velas acesas: era a forma de mostrar às crianças o céu iluminado, de onde veio Cristo para salvar o mundo, numa simbologia da continuidade da vida.
A partir daquele simples pinheiro enfeitado com velas, as árvores de Natal evoluíram muito, mantendo sempre o espírito inicial.
O dia certo para  começar a montagem? Ninguém sabe. Sabe-se, isso sim, que ela deve ficar arrumada até 6 de janeiro, o dia dos Reis Magos. Nesse dia, segundo antigas tradições, os reis teriam chegado à manjedoura com presentes para o menino Jesus
E ao pé da árvore que ficam os presentes e o presépio (nas famílias católicas) e é com as luzes e brilhos que vêm dela que se aquecem os corações na noite de festa.

Noite Feliz, Noite de Paz...
Nasceu na Áustria a canção mais tocada na época do Natal: a "Noite Feliz", composta pelo padre Joseph Mohr.
Em 1818, na cidade de Arnsdorf, ratos invadiram o órgão da igreja, roendo os foles. O pároco Mohr, preocupado com a possibilidade de uma noite de Natal sem música, saiu em busca de um instrumento que pudesse substituir o antigo. Em suas peregrinações, tentou imaginar como teria sido a noite de Belém. Inspirado, procurou Franz Gruber para que ele transformasse seus escritos em melodia.
Na missa do galo do mesmo ano, o padre presenteou seus fiéis com a canção que, mais tarde, foi traduzida para mais de sessenta idiomas diferentes. 

Cartões para todos
Ao entrar nas papelarias vemos uma infinita quantidade de cartões, que vão desde a mais simples cartolina branca até os mais sofisticados, impressos em madeira, cerâmica ou tecido.
Chegamos ao requinte de escolher um cartão de acordo com a personalidade de quem irá recebê-lo.
Enviados ano após ano, pouco se sabe sobre quem começou a tradição. Mas as primeiras mensagens de cumprimento surgiram no final do século 18, com os versos trocados entre amigos e parentes por ocasião do Natal. Para isso, usavam folhas de papel preparadas e cabeçalhos pré-desenhados.
Com o tempo, o comércio percebeu que os cartões passaram a fazer parte do ritual natalino, originando os cartões de boas festas que nós conhecemos hoje.
Tanto para a montagem da árvore quanto para o envio dos cartões, não há uma data fixa, mas não deixe de participar dessas pequenas coisas que fazem seu Natal mais carinhoso.

Ramos Verdes
  A tradição de ramos verdes para a decoração da casa no Natal é bastante antiga. Muito antes da era cristã, as sempre vivas - plantas que mantém sua cor mesmo quando todas as demais secam ou morrem (no inverno europeu) - simbolizavam a vida eterna.
Na Europa e na Ásia Ocidental, costumava-se cobrir os prédios sagrados com ramos durante as festas de Natal. Quando você enfeita a sua casa, esta repetindo um costume da Roma Antiga, onde a decoração se fazia com louro nas calendas de janeiro.
E nas comemorações saturninas (festas em homenagem ao deus Saturno), realizadas na primeira semana de dezembro, os romanos trocavam guirlandas verdes com os amigos. Essas festas pagãs foram condenadas pelos primeiros cristãos, que proibiam os fiéis de acender velas nessa época e pendurar ramos nas suas portas.
Aos poucos, esse conceito foi mudando e não só as casas mas também os templos adotaram o verde, representado pelas coroas e outras folhagens na decoração.

Papai Noel

Na época do Natal, mais do que em qualquer  outro período do ano , uma dúvida assalta as crianças: "Afinal, existe mesmo Papai Noel?"
Sim, ele realmente existiu. Contam os historiadores que, no século 14, vivia em Myra (Turquia) um bispo chamado Nicolau que costumava ajudar - anonimamente - a quem estivesse em dificuldades financeira.
A generosidade do bispo atiçou a curiosidade do povo. E ele, para não se revelar, passou a colocar o saco de ouro que iria ofertar pela chaminé das casas. Daí o hábito das crianças de deixar as meias nas chaminés à espera de presentes.
Hoje, o rosado e rechonchudo velhinho de roupa vermelha, botas pretas, capuz e barbas brancas com saco de brinquedos nas costas é uma versão estilizada de Nicolau.
O hábito de dar presentes no Natal é uma forma de manter viva a chegada dos três Reis Magos com suas ofertas ao menino Jesus associada à imagem do Papai Noel.



Entender o verdadeiro significado do natal é vivenciar o nascimento do salvador todos os dias de nossa vida.

 Louis Natan

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DITO E FEITO

         Sempre tive pressa, mas descobri que devagar se vai longe. Queria tudo a tempo, mas a paciência é uma virtude, afinal quem espera sempre alcança.
         Devemos insistir sempre, desistir nunca; pois, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. 
Sempre queria coisas que  pensava ser o melhor para mim, foi então que vi que nem tudo que reluz é ouro. Que as  aparências enganam e que, a noite todos os gatos são pardos. Querer tudo no mesmo momento é arriscado, porque dia de muito, véspera de pouco.
         Cautela nunca é demais, lembrando que  mais vale um pássaro na mão que cem voando. Quem tudo quer tudo perde. Pense duas vezes antes de agir. Pense rápido, fale devagar ou cale-se. Pois em boca fechada não entra mosca. Falar é prata, mas calar-se é ouro. Melhor é pensar duas vezes. 
          Um homem prevenido vale por dois. Cada coisa a seu tempo, mas aproveite a sorte, enquanto ela está a seu favor. Aprenda todas as regras e transgrida algumas. Sem esquecer que no final tudo que se planta colhe.                                                                                                        
                                               Cleverton Shmitt

domingo, 15 de dezembro de 2013

Para recordar

A primeira viagem do Trem Turístico do Ceara

Foi um dia diferente em Baturité. Com muita alegria a população acompanhou a chegada da primeira viagem do Trem Turístico do Ceará. 


População recepciona os passageiros do trem turístico

Uma nova opção da Rede Ferroviária Federal, com o apoio da prefeitura local. O Passeio teve início na Estação João Felipe, em Fortaleza, com a presença da Escritora Rachel de Queiroz, participando autoridades e agentes de turismo especialmente convidados. 


Na estação João Felipe, a escritora Rachel de Queiroz inaugura o passeio.

                 

  Na cidade serrana a caravana conheceu as potencialidades turísticas da região.


 Publicado no Jornal O POVO em 02 dezembro de 1985.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Só mais um vrum, por favor!

E se pudéssemos ressuscitar 10 carros nacionais, quais seriam?     

Há carros nacionais que marcaram época, fizeram história, venderam muito. Só que chega uma hora em que não adianta criar uma versão especial ou mais potente. Em geral, os carros nascem, são lançados, vendem e deixam de ser produzidos. Uns têm vida mais longa. Outros, não.

O certo é que eles ficaram na memória dos brasileiros, mesmo dos que não viveram aquele tempo. Após debates e sugestões, dez belezuras foram escolhidas para serem ressuscitadas, se fosse possível. É a gratidão de quem trouxe muita alegria a condutores e ao mercado nacional, que fabrica automóveis desde o início da década de 1960. O local da eleição: Museu do Automóvel do Ceará. Os jurados: diretoria do museu.

O presidente do Museu do Automóvel, Ednúbio Vasconcelos, afirmou ter sido uma missão difícil escolher dez entre os muitos veículos que fizeram história no Brasil. O diretor-técnico do Volks Clube do Ceará, Evandro Studart Filho, ratifica o aperto no coração de deixar outras feras de fora. Mas eles e os outros apaixonados por carro antigo no Ceará toparam o desafio. Valeu a pena falar do que nos deixaram.


Renault/Willys Gordini
Gordini.jpg
*1962 †1968
Fabricado pela Willys Overland do Brasil. Era um automóvel de quatro porta, pequenininho, bonitinho. Todo mundo hoje tem saudade do Gordini. O motor chegou a ter 70 cavalos. Era frágil e, por isso, ficou conhecido como Leite Glória, porque ele se desmanchava sem bater. Era de origem francesa. Foi uma melhoria do Dauphine (36 cv), colocaram mais friso e motor mais potente. Deu origem ao Corcel.


DKW Vemag
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*1956 †1967
O ano de 1956 marca o lançamento do primeiro carro fabricado no Brasil, a perua DKW Vemag. Na verdade, é uma cópia do modelo alemão DKW, fabricado pelo grupo Auto Union. Era equipado com um motor de dois tempos. Sua mecânica e chassi foram utilizadas em 1967 no Puma DKW. Nesse mesmo ano, a Volkswagen adquire a Vemag e encerra a fabricação de automóveis com motores de dois tempos.


Volks Karmann Ghia
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*1962 †1971
Iniciou produção nacional em 1962. O segundo começou já em 1963. Foi até 1971. Era um fusca com roupa esporte. Teve uma versão cabriolet que era comparado ao Porsche 356. Primeiro carro a ter a versão cabriolet no Brasil. Tinha formas arredondadas, feitas com design italiano, caracterizado pela ausência da coluna B (que separa as duas portas).


Volks Fusca

*1959 †1986 / *1993 a †1996
Veio para o Brasil para ser montado em CKD (Completely Knock-down) por uma empresa paulista chamada Bras Motor. Com a implantação da fábrica da Volks no Brasil em 1959, começou uma briga da Bras Motor com a montadora alemã. O Fusca foi até 1986. Depois, foi de 1993, a pedido do então presidente da República, Itamar Franco. Foi até 1996.


Chevrolet Opala

*1968 †1992
Misturava parafusos em polegada (medida norte-americana) e em milímetros (medida alemã). Era uma evolução do Opel Rekord, alemão, mas a motorização dele é do Chevrolet norte-americano. Havia uma versão com motor de 4 cilindros e um com o motor de 6 cilindros. Se quisesse um carro fora os populares, tinha que escolher entre o Opala e o Maveririck. Por isso, forma são dois queridinhos ainda hoje.


Fiat 147
Fiat 147 in Italia.JPG
*1977 †1986
Foi o ingresso da Fiat no Brasil. Derivado do Fiat 127. Carro muito compacto e trouxe para o Brasil o motor transversal, uma forma de ganhar espaço no carro. Até o step e macaco eram dentro do cofre do motor. Sofreu no começo com problemas de desenvolvimento. Ficou raçudo de tal forma que a fábrica vendia o modelo brasileiro na Itália, por exemplo. É o precursor do Uno no Brasil.


Volks Brasília
Volkswagen Brasília
*1973 †1982
A Volks queria criar um produto para substituir o fusca, quando ele decaísse. O primeiro foi o Zé do Caixão, que foi muito popular como táxi em São Paulo. Em seguida, a equipe de projeto desenvolveu um automóvel para ter a mesma mecânica do fusca, a mesma facilidade e incorporar conceitos da era moderna, como maior espaço interno. Veio a Brasília. Foi desenvolvido de fora para dentro. Era menor do que o fusca em comprimento.


Ford Maverick

*1973 †1979
Derivado do Ford Pinto. Carregava motor de 6 e 8 cilindros que a Ford tinha, com 3 e 5 mil cilindradas. Até hoje ainda existe esse motor de 302 polegadas cúbicas. Foi uma resposta da Ford ao insulto da GM com o Opala. Nasceu para ser concorrente direto do Chevrolet.


Chevrolet Chevette

*1973 †1993
Derivado do Opel Kadett. Nasceu para ser o carro de entrada da GM. Tinha motor de 4 cilindros, era bem simples. Tinha eixo traseiro era em forma de “T”. Vendia muito, porque era mais barato. Custava algo parecido com a Brasília. Ele que determinou a morte da Brasília. Nasceu 1.4 e ficou até 1.6. Quando começou a moda dos motores 1.0, teve o Chevette Júnior.


Rural Willys
Ruralwillys.jpg
*1958 †1972
Era uma camionete simples, robusta e espaçosa. Tinha a mesma mecânica do Jeep, para o Brasil sem estradas, inclusive 4x4. Já nasceu valente, por tanto. O porta-malas abria o vidro pra cima e porta para baixo. A placa poderia ser virada para ficar aparecendo, quando a porta estivesse aberta. Geralmente, famílias tinham uma Rural Wyllis. Na época, havia, principalmente, três camionetes: Kombi, Chevrolet Amazonas ou Rural.


O Museu do Automóvel faz o convite para ver alguns desses carros e outros. Vá, senão, eles voltam e pegam no seu pé de madrugada.
Museu do Automóvel
Fonte: Jornal O POVO.