segunda-feira, 7 de março de 2016

Desenvolver o Discernimento para Julgar

Quando a mente está tranquila, como é belo, rápido e suave o modo como se percebe tudo! 

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Uma pessoa tranquila reflete quietude nos olhos, aguda inteligência no rosto e receptividade apropriada na mente. É homem de ações prontas e decisivas, mas não é levado por impulsos e desejos que subitamente lhe ocorram. 

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Sempre pense, primeiro, no que vai fazer, e no modo como isso o afetará. Agir por impulso não é liberdade, pois você ficará amarrado aos efeitos nefastos das más ações. No entanto, ser capaz de fazer coisas que o seu discernimento lhe diz serem boas para você, isso sim é ter liberdade plena. Essa espécie de ação guiada pela sabedoria resulta numa existência divina. 

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O homem não deve ser um autômato psicológico, como um animal, que age apenas movido pelo instinto. Não pensar é um grande pecado contra o Espírito que habita em você. Fomos feitos para ser conscientes do que fazemos. Devemos refletir antes de agir. Devemos aprender a usar a mente para que possamos evoluir e realizar a nos-sa unidade com o Criador. Tudo o que fazemos de-veria ser o resultado de um pensamento premeditado. 

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Certa estudante cometera um erro grave. E se lamentava: “Sempre cultivei bons hábitos. Parece incrível que essa desgraça me tenha acontecido.” 

“Seu erro foi confiar demais nos bons hábitos e negligenciar o permanente exercício do juízo correto”, disse-lhe Paramahansa Yogananda. “Seus bons hábitos ajudam em circunstâncias comuns e conhecidas, mas podem não ser suficientes para guiá-la quando surge um problema novo. Aí, então, o discernimento é necessário. Pela meditação profunda você aprenderá a escolher o caminho certo, sempre, mesmo quando se confrontar com circunstâncias extraordinárias. 

“O homem não é um autômato. Portanto, nem sempre pode viver de maneira sábia simplesmente guiando-se por regras fixas e preceitos mo-rais rígidos. Na grande variedade de problemas e acontecimentos diários encontramos campo para desenvolver o bom discernimento.”


Escrito por Paramahansa Yoganda, extraído do livro Onde Existe Luz

2 comentários:

  1. Oi queridas,
    É tão fácil viver, apenas complicamos e temos o que merecemos.
    Viver, recordar e amar são três presentes que ganhamos da nossa mente sadia.
    Beijinhos
    Lua Singular

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  2. Oi queridas,
    É tão fácil viver, apenas complicamos e temos o que merecemos.
    Viver, recordar e amar são três presentes que ganhamos da nossa mente sadia.
    Beijinhos
    Lua Singular

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