terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Leituras sem fronteiras

Já dizia o filósofo inglês Anthony Clifford Grayling: ler é como voar! É alcançar um ponto de vista amplo sobre a história e sobre as ideias. É compartilhar experiências e os frutos de muitos questionamentos. De fato, qualquer leitor que se preze não há de negar que os livros abrem horizontes e nos transportam para outros mundos. Ler é uma verdadeira aventura! Para a colunista do New York Times, Anna Quindlen, livros podem ser o avião, o trem e a estrada. Livros são o destino e a jornada. E também nossa casa, nossa morada. Talvez por isso, ler é um ato universal. A leitura feita com prazer não tem fronteiras ou local certo para ocorrer.

Índia

China

Lémen

Turquia

Afeganistão

Itália

menino lendo_post
Brasil

Mas por que o mundo todo lê? Cada um pode encontrar sua própria resposta. O ex-presidente de Harvard, Charles William Eliot, por exemplo, acredita que os livros são os amigos mais constantes na vida de alguém e também os mais sábios e acessíveis conselheiros. Já, o o poeta norte-americano James Russel Lowell, enxerga os livros como abelhas que transportam o pólen (conhecimento) de uma mente para outra. Citando o escritor C.S Lewis, diríamos que: “Nós lemos para saber que não estamos sós”!

 As citações e paráfrases acima foram retiradas do Blog de Steve McCurry. 
Fonte: http://www.estantevirtual.com.br/blogdaestante

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