sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A história do circo

As primeiras manifestações circenses de que se tem notícias foram registradas há mais de 3 mil anos em pinturas encontradas na China. Elas retratavam acrobatas, contorcionistas e equilibristas.
 Registros do gênero também foram localizados no Egito, na Índia e na Grécia antiga.
 Algumas modalidades, como as acrobacias, chegaram a ser incluídas em jogos olímpicos disputados na Antiguidade.
 Os espetáculos gregos foram levados para Roma, onde integraram o regime de entretenimento implantado pelos governantes, que ficou conhecido como "política do pão e circo". Eles eram apresentados em 
anfiteatros e despertavam grande interesse do público.
Ficheiro:Arlesarena.jpg
 O declínio do Império Romano levou à diminuição do interesse da papulação por apresentações dessa natureza.
Os artistas viram-se obrigados a perambular por ruas, praças, feiras e outros locais com concentração de pessoas, apresentando números de equilibrismos e mímica, entre outros. Assim nasciam os saltimbancos.
 Já na Idade Média, com a religiosidade crescente, eles passaram a ser discriminados. Surgiu, então, a necessidade de rumar cidade em cidade à procura de oportunidades.
No século 17, começaram a se apresentar em barracas cobertas por lonas, que funcionavam como palcos improvisados.

Na Inglaterra do século 18, nasceu o circo de picadeiro circular que conhecemos hoje. Exibições de cavalos eram alternadas a números de palhaços e malabarismos. Leões, serpentes e elefantes eram uma grande atração na época, assim como apresentações de anões e mulheres barbadas. Isso prevaleceu até meados do século 20, quando, progressivamente, as antigas atrações foram sendo substituídas por modalidades que privilegiam outras formas de expressão artística, como a dança e o teatro.

Fonte: Revista Nova Escola

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